"Affordances" no espaço exterior: o exemplo do Programa Out ri In

dc.contributor.authorAlmeida, Gabriela
dc.contributor.authorGuerreiro, Daniela
dc.contributor.authorClarinda, Pomar
dc.contributor.authorSantos, Graça
dc.contributor.authorMarmeleira, José
dc.contributor.authorFolque, Assunção
dc.contributor.authorVeiga, Guida
dc.contributor.editorAssociação de Profissionais de Educadores de Infância
dc.date.accessioned2022-12-27T16:30:10Z
dc.date.available2022-12-27T16:30:10Z
dc.date.issued2021-05
dc.description.abstractO Programa OUT TO IN valoriza o espaço exterior como espaço de desenvolvimento e aprendizagem. O espaço exterior, particularmente com a presença de elementos naturais, promove a descoberta, vários tipos de brincar, o desenvolvimento de capacidades motoras e a capacidade de perceber e gerir o risco (Veiga, Guerreiro, et al., 2021). O espaço exterior oferece oportunidades ricas para as crianças socializarem, agirem, explorarem e inventarem, face a diferentes e diversificadas informações em termos de possibilidades de ação. Os espaços exteriores permitem às crianças o desenvolvimento de competências sócio-emocionais (Veiga, Marmeleira, Laranjo, & Almeida, 2021), a aprendizagem sobre as suas capacidades corporais, testar os seus limites e experimentar novas habilidades motoras (Little & Sweller, 2015). Historicamente, as crianças brincavam na rua, com poucos recursos disponíveis, por vezes apenas os da natureza. Este ambiente estava em mudança constante, e as crianças experimentavam liberdade, movimento, prazer, confusão, barulho e o contacto com elementos naturais (Maynard, & Waters, 2007). Atualmente, a maior parte das crianças não são expostas a espaços exteriores repletos de possibilidades de ação com elementos naturais, como plantas, árvores, água e terra. Em vez disso, muitas vezes, dá se preferência a espaços estandardizados e configurados, com a ideia de que possam ser mais apelativos e motivadores (Jongeneel, Withagen, & Zaal, 2015) e até mais seguros, na perspetiva dos adultos. No entanto, espaços com estas características falham no atendimento das necessidades de desenvolvimento integral das crianças (Hart, 2002) e, no nosso entender, na “Educação para o Risco que pressupõe necessariamente uma escola virada para a acção” (Recomendação n.º5/2011).por
dc.identifier.authoremailgsna@uevora.pt
dc.identifier.authoremaildsmguerreiro@gmail.com
dc.identifier.authoremailcpomar@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmgss@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjmarmel@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmafm@uevora.pt
dc.identifier.authoremailgveiga@uevora.pt
dc.identifier.isbn2182-8369
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/32887
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectcriançaspor
dc.subjectdesenvolvimento motorpor
dc.subjectcompetências sócio-emocionaispor
dc.subjecteducaçãopor
dc.subjectaprendizagempor
dc.title"Affordances" no espaço exterior: o exemplo do Programa Out ri Inpor
dc.typearticlepor
degois.publication.titleCaderno de Educação de Infânciapor

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