Contributo para a caracterização morfométrica da raça de abelhas melíferas (Apis mellifera iberiensis) da região norte de Portugal
| dc.contributor.author | Casais, S.D.S. | |
| dc.contributor.author | Figueirêdo, P.I. | |
| dc.contributor.author | Miranda, M.J.A. | |
| dc.contributor.author | Pereira, E.L. | |
| dc.contributor.author | Murilhas, A.M. | |
| dc.contributor.author | Pires, S.A.M. | |
| dc.date.accessioned | 2017-01-30T13:34:06Z | |
| dc.date.available | 2017-01-30T13:34:06Z | |
| dc.date.issued | 2016-09-17 | |
| dc.description.abstract | A necessidade de aprofundar o conhecimento sobre a morfologia da abelha melífera portuguesa (Apis mellifera iberiensis) originou o presente estudo. A amostragem definiu-se com base no banco de amostras existentes no Laboratório de Patologia Apícola da ESA-IPB, relativas ao ano de 2015. Cada amostra foi constituída por cinco obreiras adultas conservadas pelo frio (-18 °C). Foram analisadas 124 amostras distribuídas por 16 concelhos (aproximadamente oito por concelho) pertencentes aos distritos de Bragança e Vila Real. As medições efetuadas em cada uma das obreiras foram: peso (PA), comprimento (CA) e largura (LA) do corpo; comprimento (CAA) e largura (LAA) da asa anterior; comprimento (CAP) e largura da asa posterior (LAP); comprimento do fêmur (CF), da tíbia (CT), do basitarso (CBT), do tarso (CTA) e da probóscide (CP) e a largura do basitarso (LBT). Para avaliação destas medidas utilizou-se uma balança analítica de precisão (0,01g) e um paquímetro eletrónico digital (0-100mm±0,02mm). As diferentes variáveis estudadas compararam-se por análise de variância (ANOVA), sendo o teste de Tukey-Kramer HSD utilizado para a comparação múltipla de médias. O peso médio das obreiras do concelho de Vila Pouca de Aguiar (0,123±0,018 g) foi mais elevado (p<0,05) do que o das obreiras dos concelhos de Torre de Moncorvo e Ribeira de Pena (0,106±0,023 g em ambos os casos). Também, as obreiras do concelho de Vila Pouca de Aguiar apresentaram um comprimento médio do corpo (13,065±0,890 mm) superior (p<0,05) às obreiras do concelho de Boticas (12,228±0,958 mm) e uma largura média (4,565 ± 0,392 mm) superior às obreiras de Vila Flor (4,089 ±0,288 mm). Porém, o CAP (6,333±0,303 mm) e o CT (3,179±0,183mm) das obreiras de Vila Pouca de Aguiar foi mais baixo (p<0,05) ao observado nos concelhos de Torre de Moncorvo (6,616±0,361 mm) e Vila Flor (3,358±0,146 mm). As variáveis LAA, LAP, CF, CBT e CP não apresentaram diferenças significativas (p>0,05) entre os concelhos estudados. | por |
| dc.identifier.authoremail | susana_casais@hotmail.com | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | murilhas@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | spires@ipb.pt | |
| dc.identifier.scientificarea | 207 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/20351 | |
| dc.identifier.withinvitedoralpresentation | nao | por |
| dc.identifier.withoralpresentation | sim | por |
| dc.identifier.withposter | nao | por |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | X CONGRESSO IBÉRICO SOBRE RECURSOS GENÉTICOS ANIMAIS | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Morfometria | por |
| dc.subject | Apis mellifera iberiensis | por |
| dc.subject | Portugal | por |
| dc.title | Contributo para a caracterização morfométrica da raça de abelhas melíferas (Apis mellifera iberiensis) da região norte de Portugal | por |
| dc.type | lecture | por |