MODELAÇÃO E INVERSÃO DE DADOS GRAVIMÉTRICOS. DETERMINAÇÃO NUMÉRICA COM APLICAÇÃO AO COMPLEXO PLUTÓNICO DE SANTA EULÁLIA

dc.contributor.authorSilva, Orlando
dc.contributor.authorNogueira, Pedro
dc.contributor.authorMaximo, Jaime
dc.contributor.authorSant'Ovaia, Helena
dc.date.accessioned2016-03-15T15:54:44Z
dc.date.available2016-03-15T15:54:44Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractOs dados gravimétricos obtidos para o Complexo Plutónico de Santa Eulália - CPSE (Maximo, 2008; Sant'Ovaia et al., 2012) serviram de base para uma interpretação sobre a geologia 3D da região estudada. As densidades supostas das rochas são utilizadas para recalcular o campo gravítico à superfície, permitindo assim a consolidação da cartografia geológica proposta, a partir de um programa de cálculo numérico direto desenvolvido especificamente no âmbito de um projeto de investigação. Com base nos dados gravimétricos de campo é possível determinar, utilizando alguns pressupostos adicionais, o campo de densidades num volume englobando a área de estudo. Complementarmente está em desenvolvimento um outro programa numérico para efetuar esta inversão, com o objetivo de determinar as variações da densidade em profundidade a partir dos dados gravimétricos recolhidos no campo. Os resultados já obtidos com a utilização deste segundo programa (inversão) apontam para a existência de boa exatidão na determinação das densidades, a baixas profundidades (<3km). A maiores profundidades a incerteza dos valores da densidade aumenta. Em ambos os programas numéricos, a lei da gravitação universal é utilizada para relacionar densidades e acelerações gravíticas à superfície. O cálculo de g a partir de  é efetuado de forma direta, admitindo valores médios regionais para  e g conhecidos. Para a inversão são utilizados os mesmos princípios de base, aplicando-se o método de Monte Carlo para determinar os valores de  que reproduzem as medidas de g. A abordagem apresentada tem como ponto de partida a distribuição de densidades em volumes de controlo. O domínio de cálculo é um paralelepípedo de 40x40x10 km, dividido em 4356 volumes de controlo com densidades uniformes. Os programas numéricos desenvolvidos utilizam a linguagem de programação Fortran. Na figura 1 são apresentados os resultados da inversão realizada para z = 0m, onde se pode observar que os resultados reproduzem de forma fiel a cartografia geológica da região, nomeadamente no que diz respeito às litologia aflorantes.por
dc.identifier.authoremailorlando@uevora.pt
dc.identifier.authoremailpmn@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailhsantov@fc.up.pt
dc.identifier.scientificarea393por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/18100
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisher7º Congresso Luso-Moçambicano de Engenharia/IV Congresso de Engenharia de Moçambiquepor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectGeofísicapor
dc.subjectGravimetriapor
dc.subjectModelaçãopor
dc.subjectInversãopor
dc.titleMODELAÇÃO E INVERSÃO DE DADOS GRAVIMÉTRICOS. DETERMINAÇÃO NUMÉRICA COM APLICAÇÃO AO COMPLEXO PLUTÓNICO DE SANTA EULÁLIApor
dc.typearticlepor

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