Composições Mineralógicas Virtuais em Rochas Ígneas: Norma CIPW

dc.contributor.authorLopes, José Carrilho
dc.date.accessioned2013-01-17T15:20:43Z
dc.date.available2013-01-17T15:20:43Z
dc.date.issued2012-10
dc.description.abstractAs rochas ígneas são estudadas, em primeira aproximação, a partir dos seus aspetos petrográficos que incluem a determinação qualitativa e quantitativa da composição mineralógica, bem como a análise de critérios texturais que, entre outros objetivos, visa estabelecer a ordem de cristalização dos diferentes minerais presentes. Em rochas de origem vulcânica, o súbito arrefecimento do magma pode, em casos extremos, impedir o processo de cristalização, originando rochas (amorfas) com textura vítrea (ex: obsidiana basáltica) ou, em processos menos bruscos, gerar texturas de tipo criptogranular ou microgranular que dificultam significativamente a identificação de grande parte dos minerais presentes, mesmo em exame microscópico. Nestes casos, a composição química da rocha assume papel ainda mais importante, sendo útil, em petrologia, transformar a composição química numa composição mineralógica virtual (normativa), com recurso a métodos quantitativos adequados. A composição Modal de uma rocha ígnea corresponde à sua composição mineralógica real, determinada por métodos óticos, enquanto a sua composição Normativa (ou Norma) diz respeito à composição mineralógica virtual, calculada a partir da composição química. As regras de cálculo da Norma CIPW de uma rocha ígnea foram introduzidas por Cross, Iddings, Pirsson e Washington em 1903 (in: Quantitative classification of igneous rocks, University of Chicago Press) tendo-se adotado as iniciais destes quatro nomes (CIPW) para distinguir este exercício de outros, análogos, que visam igualmente determinar composições mineralógicas virtuais a partir de análises químicas. Os óxidos da análise química são distribuídos de forma ponderada pelos diferentes minerais considerados. A ordem pela qual os componentes/minerais normativos vão sendo constituídos procura reproduzir sequências de cristalização e associações químico-mineralógicas característicos em processos ígneos. A composição química da rocha em causa, a composição química dos minerais normativos e a ordem pela qual são calculados ao longo do exercício são, assim, as permissas em jogo.por
dc.identifier.authoremailcarrilho@uevora.pt
dc.identifier.citationLopes, J.C. (2012) - Composições Mineralógicas Virtuais em Rochas Ígneas: Norma CIPW, Universidade de Évora, 30 pp.por
dc.identifier.scientificarea250por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/7399
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectNorma CIPWpor
dc.titleComposições Mineralógicas Virtuais em Rochas Ígneas: Norma CIPWpor
dc.typeotherpor

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