Antártida, fluxo de calor e gelo

dc.contributor.authorDuque, Maria Rosa
dc.contributor.editorS P F
dc.date.accessioned2019-01-21T17:16:28Z
dc.date.available2019-01-21T17:16:28Z
dc.date.embargo2018-08
dc.date.issued2018-08
dc.description.abstractO método convencional de obtenção do fluxo de calor de origem geotérmica, à superfície da Terra, utiliza valores de gradientes de temperatura no solo e valores de condutividade térmica das formações onde são feitas as medições de temperatura. Devido ás condições climatéricas que se verificam na Antártida, e pelo facto de grande parte do continente estar coberto por lençóis de gelo, os mapas de fluxo de calor têm sido obtidos por métodos indiretos. Atendendo aos valores obtidos de fluxo de calor, considerando a condutividade térmica do gelo, facilmente se conclui que o gradiente de temperatura é inferior ao esperado considerando apenas condução até à superfície do gelo. Tal facto sugere a existência de sumidouros na região. Variações de temperatura do gelo devido a variações de temperatura na superfíciepor
dc.identifier.authoremailmrad@uevora.pt
dc.identifier.citationDuque, M. R. (2018).Antártida, fluxo de calor e gelo.Livro de resumos da Física 2018, 162, Covilhã, Portugal.por
dc.identifier.scientificarea393por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/24155
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectFluxo de calorpor
dc.subjectFusão do gelopor
dc.subjectAntártidapor
dc.titleAntártida, fluxo de calor e gelopor
dc.typearticlepor

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