Quinze anos de monitorização das comunidades biológicas do estuário do Tejo no âmbito da construção e funcionamento das ETARs do Portinho da Costa e da Mutela (Concelho de Almada): Experiência adquirida e ensinamentos para futuros casos semelhantes.

dc.contributor.authorCosta, J.L.
dc.contributor.authorSilva, G.
dc.contributor.authorMedeiros, J.P.
dc.contributor.authorSá, E.
dc.contributor.authorTavares, M.J.
dc.contributor.authorAlmeida, P.R.
dc.contributor.authorSousa, A.
dc.contributor.authorLopes, N.
dc.contributor.authorFreitas, C.
dc.contributor.authorCosta, M.J.
dc.contributor.authorCabral, H.
dc.date.accessioned2019-02-11T17:23:39Z
dc.date.available2019-02-11T17:23:39Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractDesde 2001 que a Câmara Municipal de Almada tem vindo a promover, em colaboração com o MARE, a monitorização ambiental das regiões estuarinas sob influência das ETARs do Portinho da Costa e da Mutela, que vieram substituir efluentes não tratados emitidos sensivelmente nas mesmas regiões. O objetivo deste programa de monitorização consiste em avaliar as principais alterações ocorridas (na maioria dos casos positivas) nos ecossistemas estuarinos dos vários locais, após a entrada em funcionamento de ambas as infraestruturas. Estes 15 anos de estudos das comunidades bentónicas e de peixes locais têm permitido identificar variações nos padrões espácio-temporais destes compartimentos biológicos e identificar quais dessas evoluções podem ser presumivelmente relacionáveis com o funcionamento das infraestruturas e quais derivam provavelmente de flutuações naturais. Nesta comunicação são enunciados os pressupostos do estudo, descritos os delineamentos experimentais e metodologias de tratamento dos dados adotados, apresentados os principais resultados obtidos e discutidas as grandes dificuldades sentidas para cumprir os objetivos estabelecidos. Este conjunto de elementos será analisado numa perspetiva de como a experiência adquirida pode ser útil, no futuro, para casos semelhantes, sobretudo numa ótica da correta identificação dos verdadeiros efeitos infraestruturais e de despiste da influência de outros fatores concorrentes.por
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dc.identifier.authoremailpmra@uevora.pt
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dc.identifier.citationCosta, J.L.; G. Silva; J.P. Medeiros; E. Sá; M.J. Tavares; P.R. Almeida; A. Sousa; N. Lopes; C. Freitas; M.J. Costa & H. Cabral (2018). Quinze anos de monitorização das comunidades biológicas do estuário do Tejo no âmbito da construção e funcionamento das ETARs do Portinho da Costa e da Mutela (Concelho de Almada): Experiência adquirida e ensinamentos para futuros casos semelhantes. Atas da 7ª Conferência Nacional de Avaliação de Impactes (CNAI’18) - A Inovação em Avaliação de Impactes. APAI, Universidade do Porto, Porto: 1-13.por
dc.identifier.scientificarea223por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/24540
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherAPAI, Universidade do Portopor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleQuinze anos de monitorização das comunidades biológicas do estuário do Tejo no âmbito da construção e funcionamento das ETARs do Portinho da Costa e da Mutela (Concelho de Almada): Experiência adquirida e ensinamentos para futuros casos semelhantes.por
dc.typearticlepor

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