O progresso na cidade. As gares ferroviárias – da modernização urbana à prática de engenharia

dc.contributor.authorPinheiro, Magda
dc.contributor.authorMatos, Ana Cardoso de
dc.contributor.editorMatos, Ana Cardoso de
dc.contributor.editorPinheiro, Magda
dc.date.accessioned2015-02-25T09:58:56Z
dc.date.available2015-02-25T09:58:56Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractResumo Tal como aconteceu na maioria dos países Europeus, em Portugal a construção do caminho-de-ferro realizada a partir da segunda metade do século XIX, contribuiu para reforçar as hierarquias urbanas preexistentes, ao mesmo tempo que foi um elemento fundamental na organização do espaço urbano. As implicações urbanísticas da construção de estações ferroviárias foram múltiplas e variaram segundo as cronologias da construção ferroviária nos diversos Países e do crescimento urbano nas cidades. Enquanto as primeiras grandes estações foram normalmente construídas fora do centro das cidades tornando-se elementos estruturantes da expansão urbana nas décadas seguintes, as gares centrais, exigidas pelo desenvolvimento da rede de caminhos-de-ferro, implicaram a demolição de edifícios. Edifícios de grandes dimensões, as gares tornaram-se em muitas cidades edifícios “phare”, “ Land marks” identificadores da modernização urbana. Estes edifícios foram espaços de experimentação para arquitetos e engenheiros e no século XIX as gares de caminho-de-ferro foram a imagem mais visível dos novos programas arquiteturais e das técnicas utilizadas na altura, movimento que se prolongou pelo século seguinte. Neste texto procuramos fazer uma aproximação aos temas enunciados acima tendo como principais objetos de análise as cidades de Lisboa e Porto e as gares de Santa Apolónia e do Rossio.por
dc.identifier.authoremailnd
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dc.identifier.citationMagda de Avelar Pinheiro e Ana Cardoso de Matos, “O progresso na cidade. As gares ferroviárias – da modernização urbana à prática de engenharia” In Ana Cardoso de Matos e Magda de Avelar Pinheiro (org.), História, Património e Infraestruturas do Caminho de ferro: Visões do Passado e Prespectivas do Futuro, CEHC-IUL/CIDEHUS-UÉ, 2014, pp. 119 -145. [ISBN 978-989-98499-3-8]por
dc.identifier.isbn978-989-98499-3-8
dc.identifier.scientificarea733por
dc.identifier.sharewithDepartamento de Históriapor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/12915
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectCaminho de ferropor
dc.subjectEstações de Caminho de ferropor
dc.subjectEstação do Rossiopor
dc.subjectEstação de Santa Aolóniapor
dc.subjectModernização urbanapor
dc.subjectLisboapor
dc.titleO progresso na cidade. As gares ferroviárias – da modernização urbana à prática de engenhariapor
dc.typebookPartpor
degois.publication.firstPage119por
degois.publication.lastPage145por
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleHistória, Património e Infraestruturas do Caminho de ferro: Visões do Passado e Prespectivas do Futuropor

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