Suportar um mundo escolar inclusivo: roturas e rotinas da intervenção na vulnerabilidade
| dc.contributor.author | Dionísio, Bruno | |
| dc.contributor.editor | Palhares, José Augusto | |
| dc.contributor.editor | Afonso, Almerindo Janela | |
| dc.date.accessioned | 2023-02-13T17:17:25Z | |
| dc.date.available | 2023-02-13T17:17:25Z | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.description.abstract | A condição infantil e juvenil marcada por uma longa experiência escolar é uma realidade cada vez mais totalizante. Ser criança e jovem sem a marca da escolaridade na afirmação e na projeção de si rapidamente atira para a categoria de seres insuficientes. A escola, decididamente, reinventou as modalidades de (vi)ver a infância e a juventude, pluralizando, por um lado, mas reduzindo, por outro, os modos possíveis de se ser criança e jovem. Quer as políticas educativas quer os dispositivos de governação das escolas são hoje atravessados pela gramática da inclusão – de todos, obrigatória e duradouramente – e pela injunção à intervenção eficaz em cenários mais vulneráveis que ameaçam o cumprimento de tal desígnio. O foco deste texto é justamente o de perscrutar o trabalho que é realizado por professores e profissionais do social (psicólogos, assistentes sociais, mediadores, animadores), em dispositivos de intervenção administrados pelo princípio da reversibilidade de casos sensíveis, quer dizer: casos qualificados como vulneráveis, de risco ou de perigo. Dar conta das rotinas da intervenção na vulnerabilidade permite-nos adentrar em mundos onde fazer a inclusão escolar se reveste de um caráter ambivalente, tensional e dilemático: por um lado, as situações em que fazer a inclusão gera, paradoxalmente, a rotura onde se procurava a sutura; por outro lado, as situações de vida (infantil e juvenil) mais delicadas e melindrosas produzem dilemas éticos e morais que condicionam a intervenção e geram um sofrimento profissional dificilmente suportável; por fim, a crescente explosão de situações qualificadas como vulneráveis faz-nos entrar numa nova categoria da experiência escolar: a da criança e do jovem intervencionados. | por |
| dc.identifier.authoremail | bmdionisio@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Dionísio, B. (2022). Suportar um mundo escolar inclusivo: roturas e rotinas da intervenção na vulnerabilidade (pp. 301-309). Em: Palhares, J. A., Afonso, A. J. (coord.), Infância(s) e juventude(s) na educação contemporânea. Braga, Departamento de Ciências Sociais da Educação (DCSE), Centro de Investigação em Educação (CIEd). | por |
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.21814/1822.76457 | por |
| dc.identifier.isbn | 978-989-8525-70-3 | |
| dc.identifier.scientificarea | 273 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/34243 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | Departamento de Ciências Sociais da Educação (DCSE), Centro de Investigação em Educação (CIEd) | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Vulnerabilidade | por |
| dc.subject | Inclusão | por |
| dc.subject | Intervenção social escolar | por |
| dc.title | Suportar um mundo escolar inclusivo: roturas e rotinas da intervenção na vulnerabilidade | por |
| dc.type | article | por |