A lã, o linho e os destinos da indústria têxtil no Alentejo no século XVIII: uma interpretação

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Editora Humus

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Este capítulo descreve a evolução da indústria doméstica do linho e da lã no Alentejo, bem como a sua relação com a produção fabril, ao longo do século XIX. Avalia o impacto do fim da transumância no Baixo Alentejo e a formação de uma região produtora de produtos primários para outras regiões ou para exportação. Com o liberalismo e a constituição da propriedade burguesa sobre a terra, as célebres pastagens do Campo Branco (Aljustrel e Castro Verde) passam a ser disputadas pelos lavradores que as usam também para invernadouro do gado bovino. Desaparece o antigo sistema transumante e a evolução registada não favoreceu o aparecimento de mercados locais destinados à produção lanifícios para exportação.

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Guimarães, Paulo E. (2022) - "A lã, o linho e os destinos da indústria têxtil no Alentejo no século XVIII: uma interpretação". In Martins, Fernando; Bernardo, M.Ana; Guimarães, P. (coord.), Entre África e Europa: Estudos Históricos em Homenagem ao Professsor Helder Adegar Fonseca, V.N. Famalicão, Humus, pp.295-325.

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