Intensidades máximas observadas nos Açores (Portugal): resultados preliminares.

dc.contributor.authorFontiela, João
dc.contributor.authorBezzeghoud, Mourad
dc.contributor.authorRodrigues, Francisco Cota
dc.contributor.authorRosset, Philippe
dc.contributor.editorCaldeira, Bento
dc.contributor.editorCosta, Maria João
dc.date.accessioned2017-01-10T16:10:48Z
dc.date.available2017-01-10T16:10:48Z
dc.date.issued2015-01
dc.description.abstractO Arquipélago dos Açores é uma região sismicamente activa. Desde o seu povoamento no séc. XV o arquipélago foi afectado por 33 sismos de intensidade máxima (Io) ≥ VII. O obejctivo é apresentar o primeiro mapa de intensidades máximas observadas (IMO) do arquipélago dos Açores. A elaboração do IMO visa identificar as áreas afectadas no passado por eventos de grande magnitude. Do catálogo sísmico (1915-2003) foram selecionados as intensidades máxima dos eventos ≥ V. Foram adicionados 14 sismos históricos com Io ≥ VII que ocorreram entre 1522 e 1912. Os clusters sísmicos associados a erupções vulcânicas (1957/58 e 1964) assim como réplicas foram removidos para evitar o enviesamento dos resultados. Utilizou-se o método de krigagem ([1], [2]) para fazer a interpolação para obter os valores de intensidade dos pontos desconhecidos com base dos pontos e intensidades conhecidas. O mapa IMO mostra que a parte oriental das ilhas de São Jorge e Graciosa têm os valores de intensidade mais elevados, XI e IX, respectivamente. Nas ilhas da Terceira e Pico as IMO, com intensidades VIII e VII, respectivamente, estão limitadas aos extremos oriental e ocidental. No Faial, uma faixa com direcção NW-SE apresenta os valores de intensidade (X) mais elevada. Em S. Miguel as IMO (VII e X) estão localizadas na parte ocidental, sudeste e norte da ilha. Por fim, só a parte oriental da ilha de Santa Maria apresenta os valores mais elevados de IMO (VI). Não apresentamos resultados para as ilhas Flores e Corvo, devido à reduzida sismicidade que não preenche os critérios estabelecidos para a selecção de sismos com Io ≥ V. Os mapas IMO não têm capacidade para descriminar os efeitos de sítio, apesar de mostrarem as áreas com elevado movimento do solo.por
dc.identifier.authoremailjfontiela@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmourad@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.citationJoão Fontiela, Mourad Bezzeghoud, Francisco Cota Rodrigues, Philippe Rosset, 2015. Intensidades máximas observadas nos Açores (Portugal): resultados preliminares. Workshop em Ciências da Terra e do Espaço, Edited by Bento Caldeira, Maria João Costa, 145-151, chapter Intensidades máximas observadas nos Açores (Portugal): resultados preliminares; Universidade de Évora., ISBN: 978-989-98836-2-8por
dc.identifier.isbn978-989-98836-2-8
dc.identifier.pagina170
dc.identifier.principalpublicationtitleWorkshop em Ciências da Terra e do Espaço
dc.identifier.scientificarea393por
dc.identifier.sharewithDFIS, ICTpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/19703
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidade de Évorapor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectSismicidadepor
dc.subjectIntensidades Máximas Observadaspor
dc.subjectCatálogo sísmicopor
dc.subjectArquipélago dos Açorespor
dc.titleIntensidades máximas observadas nos Açores (Portugal): resultados preliminares.por
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage145por
degois.publication.lastPage151por
degois.publication.locationUniversidade de Évorapor
degois.publication.titleWorkshop em Ciências da Terra e do Espaçopor

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