Avaliação da qualidade das escolas alentejanas: o desafio da auto-avaliação

dc.contributor.authorFialho, Isabel
dc.contributor.authorSaragoça, José
dc.contributor.authorSilva, Carlos
dc.contributor.authorFialho, José
dc.contributor.editorPatrício, Manuel
dc.contributor.editorSebastião, Luís
dc.contributor.editorJusto, José
dc.contributor.editorBonito, Jorge
dc.date.accessioned2013-01-30T22:29:34Z
dc.date.available2013-01-30T22:29:34Z
dc.date.issued2012-02
dc.description.abstractA avaliação da qualidade das organizações escolares está cada vez mais presente na agenda política, constituindo-se como uma prática fundamental tendente à elevação dos processos e dos resultados a níveis de excelência. Confrontadas com a necessidade de darem resposta à avaliação externa por parte dos serviços desconcentrados do Ministério da Educação, as escolas confrontam-se com o desafio de desenvolverem as suas capacidades de auto-regulação e melhoria, concretizável através duma prática sistémica, sistemática e participada de avaliação interna e externa dos processos e dos resultados, orientada para garantir a sustentabilidade do progresso. Se, por um lado, governos e comunidade científica reconhecem que a avaliação de escolas constitui um dos meios privilegiados para garantir a qualidade da educação (Azevedo, 2006), por outro, os discursos científicos e os normativos denunciam a ausência de uma avaliação rigorosa da qualidade da educação escolar. Nesta comunicação, partimos da análise dos relatórios da Avaliação Externa das Escolas realizadas no Alentejo no quadriénio 2006/2010 para proceder a uma reflexão centrada nos domínios e factores em que estas apresentaram maior debilidade. Uma vez contextualizado o surgimento e a evolução das práticas e modelos de avaliação da qualidade nas organizações escolares, procuraremos, a partir da discussão de perspectivas teóricas e da reflexão sobre experiências vividas na avaliação de escolas alentejanas, problematizar os desafios com que se defrontam os órgãos de gestão das escolas neste domínio e equacionar modalidades de acção facilitadoras de uma resposta de excelência aos desafios de auto-regulação da qualidade nas escolas.por
dc.identifier.authoremailifialho@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjsaragoça@uevora.pt
dc.identifier.authoremailcasilva@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjfialho@uevora.pt
dc.identifier.citationSaragoça, J.; Fialho, I.; Silva, C.; & Fialho, J. (2012). Avaliação da qualidade das escolas alentejanas: o desafio da auto-avaliação. In M. F. Patrício et al. (Orgs.). Da exclusão à excelência: caminhos organizacionais para a qualidade da educação (pp. 205-214). Montargil: Associação da Educação Pluridimensional e da Escola Cultural. [ISBN: 978-972-8223-39-7]por
dc.identifier.isbn978-972-8223-39-7
dc.identifier.scientificarea229por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/8156
dc.language.isoporpor
dc.publisherAssociação da Educação Pluridimensional e da Escola Culturalpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectavaliaçãopor
dc.subjectqualidadepor
dc.subjectautoavaliaçãopor
dc.subjectorganizações escolarespor
dc.titleAvaliação da qualidade das escolas alentejanas: o desafio da auto-avaliaçãopor
dc.typebookPartpor
degois.publication.firstPage205por
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degois.publication.titleDa exclusão à excelência: caminhos organizacionais para a qualidade da educaçãopor

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