Paisagem Urbano: Viver a Cidade entre o Artificial e o Natural
| dc.contributor.author | Ramos, Isabel | |
| dc.contributor.author | Bernardo, Fátima | |
| dc.contributor.author | Saraiva, Maria da Graça | |
| dc.contributor.author | Teixeira, T. | |
| dc.date.accessioned | 2012-01-31T02:24:00Z | |
| dc.date.available | 2012-01-31T02:24:00Z | |
| dc.date.issued | 2009 | |
| dc.description.abstract | Num contexto de desenvolvimento urbano sustentável, o papel dos espaços verdes na cidade não pode ser ignorado no seu contributo para a qualidade de vida, sobretudo tendo em conta que “a qualidade ambiental que contribui para a harmonia social e vitalidade cultural torna -se um dos factores chave do sucesso económico de uma cidade” (Nova Carta de Atenas, 2003:19). Neste contexto, emerge a necessidade de proporcionar orientações/recomendações no que diz respeito ao planeamento e concepção dos espaços verdes, no sentido de potenciar as suas funções ecológicas, hidrológicas e atmosféricas, favorecer a sua utilização e aumentar o grau de satisfação dos seus utilizadores. No futuro, estas funções podem vir a ganhar ainda maior relevância perante um quadro de alterações climáticas, a subsequente ocorrência de eventos meteorológicos extremos (i.e. temperatura e distribuição espacial e temporal da precipitação), assim como a densificação das áreas urbanas, a progressiva urbanização da população e a procura de espaços de evasão e de reencontro com a natureza, o que justifica o investimento na construção de espaços verdes para as pessoas, com a presença e interacção dos elementos naturais, integrados na malha urbana. O desempenho das funções ecológicas e sociais dos espaços verdes também depende da sua inserção na cidade e da ligação que lhe é permitido estabelecer com a sua envolvente. Ao beneficiarem de espaços de proximidade ligados aos locais residenciais e de trabalho, promovem uma apropriação desses espaços pela população, sendo que “as cidades e as aglomerações urbanas mais apreciadas são aquelas que proporcionam uma experiência ambiental rica e positiva” (Nova Carta de Atenas, 2003:19). Num contexto em que se verifica um aumento da sedentariedade das populações, uma intensificação dos níveis de stress relacionados com a vivência em zonas urbanas e com o agravamento dos riscos ambientais, evidências empíricas salientam a importância das funções sociais e psicológicas desempenhadas pelos espaços verdes urbanos. Estes podem ter um efeito restaurativo, contribuindo para a redução do stress mental e promovendo sentimentos e um humor positivo. | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | fatima@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | RAMOS, I. L.; BERNARDO, F.; Saraiva, M.G.; Teixeira, T. (2009) Paisagem Urbano: Viver a Cidade entre o Artificial e o Natural (pp. 104-134). In CESUR (Ed.)Métodos e Técnicas para o Desenvolvimento Urbano Sustentável. Lisboa: ParqueExpo. ISBN 978-972-8106-50-8. | por |
| dc.identifier.scientificarea | 677 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/4698 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Parque Expo, CESUR | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Percepção da Paisagem | por |
| dc.subject | espaços verdes urbanos | por |
| dc.title | Paisagem Urbano: Viver a Cidade entre o Artificial e o Natural | por |
| dc.type | bookPart | por |
| degois.publication.firstPage | 104 | por |
| degois.publication.lastPage | 134 | por |
| degois.publication.title | Métodos e Técnicas para o Desenvolvimento Urbano Sustentável | por |
| degois.publication.volume | 08 | por |