A gestão das mesas capitulares no Portugal Medievo. O caso da diocese de Évora
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Centro de Estudos Gaspar Frutuoso
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O processo de reforma dos corpos capitulares ocorrido, a partir das primeiras décadas do século XII, em muitos pontos da Cristandade, foi marcado, em alguns casos, pela regularização da sua vivência através da definição clara das regras orientadoras destes corpos e, por outros, pelo abandono progressivo da vida em comum, relegada agora para os cabidos regulares, e pela definição progressiva de um acesso legítimo e reconhecido aos bens materiais . Não obstante os diferentes ritmos de adoção deste processo de secularização dos cabidos, a verdade é que a tendência passível de ser identificada na maior parte das dioceses do Ocidente europeu foi, no sentido de uma crescente diferenciação entre os cabidos regulares e seculares e, no caso das dioceses, por um aumento da importância dos cabidos e dos seus membros no governo diocesano.É este o processo que pretendemos analisar para o caso da diocese de Évora.
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A gestão das mesas capitulares no Portugal Medievo. O caso da diocese de Évora” in Economia e Instituições na Idade Média. Novas abordagens, Ponta Delgada, Centro de Estudos Gaspar Frutuoso, 2013, pp. 113-128