Património intangível, evolução icono-cartográfica da imagem de dois mosteiros cistercienses: a casa-mãe da Ordem feminina (Abadia de Nossa Senhora de Tart (Dijon-França) e Mosteiro de S. Bento de Cástris (Évora - Portugal)
| dc.contributor.author | Monteiro, Maria | |
| dc.contributor.author | Tereno, Maria | |
| dc.contributor.author | Pereira, Marizia | |
| dc.contributor.editor | Maduro, António | |
| dc.contributor.editor | Rasquilho, Rui | |
| dc.contributor.editor | Carreiras, José | |
| dc.date.accessioned | 2019-04-23T14:16:19Z | |
| dc.date.available | 2019-04-23T14:16:19Z | |
| dc.date.issued | 2018-07-08 | |
| dc.description.abstract | A Ordem de Cister surge como um ramo reformado dos beneditinos cuja origem remonta à fundação da abadia de Cister em 1098 na comuna de Saint-Nicolas-lès-Cîteaux, Borgonha por Roberto de Champagne, abade de Molesme. Alguns monges da congregação monástica de Cluny deixaram-na, com o intuito de retomar a observância da antiga regra beneditina, como reação ao abrandamento da Ordem de Cluny. A reestruturação da regra beneditina foi inspirada pela reforma gregoriana, de que a ordem cisterciense adotou o ascetismo, o rigor litúrgico e definiu o trabalho como valor primordial. Étienne Harding escreveu entre 1114 e 1118 “Carta Caritatis” ou Carta da Caridade, texto constitucional fundamental que estipulava todos as ações e vivência dos seus monges. Nela institui a igualdade entre os mosteiros da ordem. Uma das figuras mais marcantes desta Ordem foi S. Bernardo de Claraval (Bernard de Fontaine, 1090-1153), figura fundamental na expansão da mesma. Esta disseminação ocorreu de forma muito acelerada. A Ordem estabeleceu- se em Portugal pela primeira vez em S. João de Tarouca em 1144, no antigo mosteiro da Ordem de S. Bento. Os mosteiros cistercienses do século XII alteraram a observância, sendo de fundação nova o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. A Ordem de Cister foi pioneira na criação de casas religiosas em território nacional contando com o beneplácito de D. Afonso Henriques. Os seus primeiros monges instalaram-se em vastos terrenos doados por este monarca na região das beiras, local recém-conquistado e que importava desenvolver e povoar. O contributo da Ordem revelou-se relevante, não apenas através dos edifícios que nos legaram como também de inovadores conhecimentos, nomeadamente de cariz agrícola que localmente transmitiram. O objetivo do trabalho que nos propomos realizar, consiste em estudar o património intangível que representa a análise da evolução da imagem da cidade através da análise cartográfica e iconográfica em duas cidades (Évora e Dijon) através de dois antigos edifícios monásticos patrimoniais cistercienses. | por |
| dc.identifier.authoremail | monteiro.m.filomena@gmail.pt | |
| dc.identifier.authoremail | ceutereno@gmail.com | |
| dc.identifier.authoremail | mariziacmdp3@gmail.com | |
| dc.identifier.citation | Monteiro, M.F.; Tereno, M.C. & Pereira, M. 2018. Património intangível, evolução icono-cartográfica da imagem de dois mosteiros cistercienses: a casa-mãe da Ordem feminina (Abadia de Nossa Senhora de Tart (Dijon-França) e Mosteiro de S. Bento de Cástris (Évora - Portugal). II Congresso Internacional Mosteiros Cistercienses. Alcobaça. | por |
| dc.identifier.isbn | 978-989-8812-83-4 | |
| dc.identifier.scientificarea | 201 | por |
| dc.identifier.sharewith | Arquitectura | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/25465 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | Textiverso | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Património intangível | por |
| dc.subject | imagem da cidade | por |
| dc.subject | cartografia | por |
| dc.title | Património intangível, evolução icono-cartográfica da imagem de dois mosteiros cistercienses: a casa-mãe da Ordem feminina (Abadia de Nossa Senhora de Tart (Dijon-França) e Mosteiro de S. Bento de Cástris (Évora - Portugal) | por |
| dc.type | article | por |