Do referencial da avaliação externa à criação de um modelo de autoavaliação
| dc.contributor.author | Silvestre, M José | |
| dc.contributor.author | Saragoça, José | |
| dc.contributor.author | Fialho, Isabel | |
| dc.contributor.editor | Barreira, Carlos | |
| dc.contributor.editor | Bidarra, M. Graça | |
| dc.contributor.editor | Vaz-Rebelo, M Piedade | |
| dc.date.accessioned | 2017-01-31T15:20:59Z | |
| dc.date.available | 2017-01-31T15:20:59Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description.abstract | A agenda política nacional, europeia e global tem vindo a ser cada vez mais marcada pela centralidade da dimensão avaliativa organizacional, no con-texto atual da sociedade global e do conhecimento. Em Portugal, a existência de uma relação estreita, de complementaridade sinérgica, entre a autoavaliação e a avaliação externa são uma realidade (Escudero, 1997; Conselho Nacional de Educação, 2005; Azevedo, 2007; Fialho, 2009a; Curado, 2010; Declaração Syneva, 2007). Neste capítulo, centrado na problemática da avaliação das escolas consubs-tanciada na relação biunívoca entre as suas dimensões externa e interna, refle-timos a partir de resultados de investigações empíricas realizadas, com o envol-vimento dos autores, e da análise de conteúdo de relatórios e contraditórios da AEE. A forma como nas organizações educativas foi disseminada e internaliza-da a informação oriunda da Avaliação Externa de Escolas (AEE) e é vivenciada a transformação inevitável (quer do ponto de vista relacional, quer na lógica da organização) que as sucessivas alterações legislativas levaram às escolas são alguns dos condicionalismos que explicam as divergências e/ou as similitudes provocadas pelo processo de AEE, bem como o ponto de chegada atual das escolas portuguesas. O rumo que cada escola tomou, após a intervenção da AEE, acabou por condicionar, e explica, as divergências que encontrámos: a sua capacidade de agir e se assumir como uma organização aprendente, reflexiva, inteligente ou capacitada para a ação, a melhoria e o desenvolvimento (Bolívar, 2003, 2006; Leite, 2003; Santos, 2007; Correia, 2011), fizeram e continuam a fazer a diferença. Outros dos fatores que justificam as diferenças provocadas pelo impacto da AEE que este estudo apurou consistem, por um lado, na existência ou ausên-cia de apropriação da necessidade de proceder à autoavaliação (AA) ou na pre-ferência por procedimentos de avaliação interna (AI), bem como na própria conceção de AEE que as lideranças de topo perfilham: a prestação de contas é vista como necessidade ou como inevitabilidade? A prestação de contas interna deve ou não existir, ser isenta e rigorosa? A prestação de contas interna pode ou não assumir uma dimensão reguladora formativa, potenciando o desenvolvi-mento da organização e melhorias várias, incluindo ao nível do clima de escola’ que tão importante pode ser para o bem-estar de todos quantos trabalham na escola e vivem a escola? A avaliação externa pode ou não revestir-se de um papel formativo? A partir dos resultados problematizamos a relação da avaliação externa com os modelos de autoavaliação de escolas de ensino não superior. | por |
| dc.identifier.authoremail | mariajosesg.silvestre@gmail.com | |
| dc.identifier.authoremail | jsaragoca@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | ifialho@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Silvestre, M. J.; Saragoça, J. & Fialho, I. (2016). Do referencial da avaliação externa à criação de um modelo de autoavaliação. In C. Barreira, M. G. Bidarra & M. P. Vaz-Rebelo (Orgs.), Estudos sobre avaliação externa de escolas. (pp. 12-35). Porto: Porto Editora | por |
| dc.identifier.isbn | 978-972-0-34910-1 | |
| dc.identifier.scientificarea | 229 | por |
| dc.identifier.sharewith | DPE | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/20516 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Porto Editora | por |
| dc.rights | restrictedAccess | por |
| dc.subject | escolas | por |
| dc.subject | avaliação externa | por |
| dc.subject | autoavaliação | por |
| dc.title | Do referencial da avaliação externa à criação de um modelo de autoavaliação | por |
| dc.type | bookPart | por |
| degois.publication.firstPage | 12 | por |
| degois.publication.lastPage | 35 | por |
| degois.publication.title | Estudos sobre avaliação externa de escolas | por |