A Crise Europeia: entre o niilismo do presente e a invenção do futuro
| dc.contributor.author | Rocha-Cunha, Silvério | |
| dc.contributor.author | Viparelli, Irene | |
| dc.contributor.editor | Viparelli, Irene | |
| dc.contributor.editor | Rocha-Cunha, Silvério | |
| dc.date.accessioned | 2020-01-23T16:47:15Z | |
| dc.date.available | 2020-01-23T16:47:15Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description.abstract | A crise internacional de 2007/2008 tem inaugurado sem dúvida uma nova época da história europeia, caracterizada pela ininterrupta proliferação de sucessivos cenários de emergências. De facto, poder-se-ia interpretar a história mias recente da União europeia como sendo um verdadeiro “estado de exceção permanente”, em que as crises não deixaram de se multiplicar: Grexit, crise da divida soberana, populismos reaccionários, terrorismo, crise dos refugiados, Brexit. A progressiva complexificação e a deterioração do quadro político têm empurrado a crise da Europa até um ponto que parece sem retorno; a um impasse político insuperável e ao bloqueio definitivo do seu projeto constituinte, chegando a colocar em causa a própria persistência da União. Contudo, é impossível considerar este presente europeu, tão incerto e precário, apenas como sendo uma consequência da crise internacional de 2007/2008, enraizando-se, muito pelo contrário, na complexidade da própria história europeia; nas bases heterogéneas e por vezes contraditórias do seu processo de integração. Com efeito, desde os seus primeiros passos, o projecto da unificação económica e política da Europa reflectiu uma profunda tensão entre o ideal duma expansão transnacional do paradigma democrático e a incapacidade efectiva de ultrapassar os particularismos e a concorrência entre os Estados. Trata-se duma contradição estrutural que porém, nos últimos dez anos e para efeito da crise, tem andado acentuando-se, reflectindo-se na progressiva ascensão de populismos nacionalistas e reaccionários que estão a colocar em perigo os pressupostos humanitários e democráticos da União. | por |
| dc.identifier.authorbook | nao | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | S. da Rocha-Cunha e I. Viparelli (Eds.), A Crise Europeia: Entre o niilismo do presente e a invenção do futuro, V. N. Famalicão, Húmus, 2019. ISBN: 978-989-755-405-6. | |
| dc.identifier.editorbook | nao | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/26580 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Humus | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.title | A Crise Europeia: entre o niilismo do presente e a invenção do futuro | por |
| dc.type | book |
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