«Do arraial à Procissão: aplausos no Coreto e esplendor nas visitas Régias. Novos palcos e novas Bandas na Évora liberal do séc. XIX»

dc.contributor.authorSÁ, Vanda de
dc.contributor.authorRICARDO, João
dc.contributor.authorCOELHO, Ana Raquel
dc.contributor.editorSÁ, Vanda de
dc.contributor.editorPAULA, Rodrigo Teodoro de
dc.contributor.editorCONDE, Antónia Fialho Conde
dc.contributor.editorGOUVEIA, António Camões
dc.date.accessioned2022-07-05T11:02:45Z
dc.date.available2022-07-05T11:02:45Z
dc.date.issued2021-11
dc.description.abstractO século XIX trouxe consigo uma série de alterações de carácter político, social e cultural que alteraram a dinâmica ao nível das sociabilidades, da circulação da música, do perfil socio-profissional dos músicos e, por maioria de razão, dos reportórios. As circunstâncias históricas associadas à vitória do liberalismo, favoreceram dinâmicas como a proliferação da imprensa e o surgimento de coletividades com outros tipos de atividade musical como o Círculo Eborense (1837), a Sociedade Civilizadora União Eborense (1839) ou a Sociedade Harmonia Eborense (1849). A dinâmica urbana e a esfera política interligam-se na paisagem sonora da cidade por via de diversos eventos públicos. A história do liberalismo na Península Ibérica mostra que a herança cultural religiosa foi transferida para usos e poderes seculares e burgueses. É possível no contexto do liberalismo construir novas ideias e novas relações sociais públicas, reforçadas pelos consumos da música em espaços públicos abertos e fechados (por exemplo, praça, teatro ou clubes). A valorização deste referencial da sociedade liberal no século XIX no contexto da paisagem sonora histórica em Évora, passa por estudar algumas das instituições acima citadas, a par de outras como a Casa Pia (1836) e da Orquestra de Amadores Eborense (1886), articulando com as presenças de Bandas e Charangas militares que se fazem apresentar na cidade em datas e eventos marcantes. O estudo dos eventos, festas e circunstâncias das suas apresentações públicas oferece um contexto esclarecedor sobre a dinâmica cultural da cidade, na sua dupla valência religiosa e civil. Acrescem informações relevantes sobre reportórios e músicos, nomeadamente sobre a sua circulação e comunicação com Lisboa, e com as cidades circundantes numa lógica de permanente negociação entre valores locais e abertura cosmopolita.por
dc.identifier.authoremailvandasa@uevora.pt
dc.identifier.authoremailjdricardo@gmail.com
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.citationSÁ, Vanda de; RICARDO, João; COELHO, Ana Raquel, «Do arraial à Procissão: aplausos no Coreto e esplendor nas visitas Régias. Novos palcos e novas Bandas na Évora liberal do séc. XIX» In SÁ, Vanda de; PAULA, Rodrigo Teodoro de; CONDE, Antónia Fialho; GOUVEIA, António Camões (editores). Sonoridades Eborenses. Lisboa: Ed. Húmus, p.155-184. ISBN: 978-989-755-688-3por
dc.identifier.scientificarea203por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/32257
dc.language.isoporpor
dc.publisherEdições Húmuspor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectÉvorapor
dc.subjectBandas de amadorespor
dc.subjectBandas militarespor
dc.subjectFestas religiosaspor
dc.subjectPaisagem sonorapor
dc.title«Do arraial à Procissão: aplausos no Coreto e esplendor nas visitas Régias. Novos palcos e novas Bandas na Évora liberal do séc. XIX»por
dc.typebookPartpor

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