Sobre a ciência como vocação 100anos depois das reflexões de Max Weber: o lugar de uma sociologia da ação

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Edições Húmus

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Propõem-se uma análise comparativa entre a situação descrita por Max Weber para a época em que escreveu A ciência como vocação, e a situação que atualmente carateriza a docência e a investigação (e a extensão universitária), vivida por docentes e investigadores da área da sociologia que têm sido chamados a colaborar na intervenção social. Refletindo a partir do sentido da ciência moderna, na perspetiva weberiana, discute-se o papel da sociologia da ação num novo século, na medida em que a ciência estimula o autoconhecimento ou autorreflexão sobre desconexões /conexões entre os fins últimos escolhidos por um individuo e as ações concretas por ele desempenhadas. Para relevar as ligações significativas entre conceitos, numa perspetiva diacrónica das formas típicas de relação social assim como o modo de vida humano se reconfigura em diversas épocas, a exploração do raciocínio desenvolve-se a partir de um mapa conceptual.

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2. Baltazar, M. S. & Santos, M. (2019) Sobre a ciência como vocação 100 anos depois das reflexões de Max Weber: o lugar de uma Sociologia da Ação. In E. Pires, M. S. Baltazar & M. M. Serrano (coord), A Ciência como Vocação: (Re)Ler Max Weber. (pp 171-190). Vila Nova de Famalicão: Húmus Editora.

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