O Jardim Tunduro: uma invariante na paisagem de Maputo
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Paisagens Híbridas
Abstract
Este estudo surge de uma reflexão sobre a colonização de
Moçambique, sobre a restituição do património e a (des)
patrimonialização colonial e sobre os jardins e os jardins históricos
das cidades moçambicanas; surge de uma estadia em Maputo e da
observação, partilha e assimilação das suas vivências; surge, ainda,
da visita quase diária ao Jardim Tunduro, em Maputo. O objetivo
deste estudo é contribuir para o reconhecimento do valor histórico
e patrimonial do Jardim Tunduro, para que seja considerado como
uma invariante; isto é, para que seja considerado como um espaço
a salvaguardar e preservar, dentro da paisagem que é a cidade de
Maputo. A metodologia baseou-se numa pesquisa bibliográfica
em arquivos da Câmara Municipal de Maputo, conversas com
residentes e naturais de Maputo e várias visitas a este espaço.
Contextualiza-se com abordagens resumidas aos conceitos de
jardim e de jardim histórico e ao conceito de património cultural
e ao termo de património colonial e pós-colonial. Segue com uma
descrição do Jardim Tunduro para, nas considerações finais, se
articularem este conceitos de modo a chegar ao objetivo a que
nos propomos.
Description
Keywords
Citation
Matos, R., (2023). O Jardim Tunduro: uma invariante na paisagem de Maputo. In: Silva, J.; Terra, C., O lugar do jardim: territórios de cultura, arte e afetividades V; Rio de Janeiro: Paisagens Híbridas, (Coleção ICOMOS Brasil – Paisagem Cultural) ISBN 978-65-87833-80-4