Ser Supervisor de Ensino Clinico: Contributos para um perfil.
| dc.contributor.author | Calado, Maria Gabriela | |
| dc.contributor.editor | Escola Superior de Enfermagem do Porto | |
| dc.date.accessioned | 2015-05-04T15:49:40Z | |
| dc.date.available | 2015-05-04T15:49:40Z | |
| dc.date.issued | 2014 | |
| dc.description.abstract | Sabemos que a formação clinica em Enfermagem é uma componente fundamental do currículo escolar, e que ao nível da formação inicial, os ensinos clínicos surgem como etapas estruturadas e estruturantes do desenvolvimento profissional e pessoal do estudante. A complexidade da aprendizagem, em contexto de prática clinica deve-se a uma multiplicidade de fatores, de ordem intrínseca (características pessoais) e extrínseca (meio/atmosfera envolvente) vivenciados diariamente pelo estudante face às múltiplas e diferenciadas problemáticas de saúde/doença com que é confrontado. De entre os fatores extrínsecos à sua condição de ensino/aprendizagem, destaca-se a supervisão em Ensino Clinico, a qual tem vindo a ser reconhecida como um importante fator de desenvolvimento profissional, pessoal e de melhoria da qualidade dos cuidados de saúde prestados. O estudo que se apresenta, descritivo e de abordagem qualitativa, pretende Identificar quais as competências dos Supervisores de Ensino clinico mais valorizadas pelo estudante e Compreender o significado que este atribui ao processo de Supervisão durante o seu percurso formativo. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas a dezasseis (16) estudantes de Enfermagem de todos os anos do curso de licenciatura, constatando-se que durante a transição educativa (situacional) vivenciada pelo estudante, os ensinos clínicos se constituem como situações que lhe provocam receio e ansiedade. Os estudantes relatam a supervisão como sendo um elemento central à sua aprendizagem em contexto de prática clinica, fortemente responsável pelo seu sucesso/insucesso escolar e consequentemente pela sua condição de saúde e bem-estar. Identificam e valorizam no Supervisor competências do foro cognitivo, instrumental e emocional como fundamentais ao seu perfil e reportam- no como um dos atores mais relevantes do seu desenvolvimento pessoal e profissional. | por |
| dc.identifier.authoremail | mcalado@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Calado, Maria Gabriela (2014) - Ser Supervisor de Ensino Clinico: Contributos para um perfil. II Congresso Internacional de Supervisão Clínica-Porto Livro de Comunicações & Conferências, págs. 167-173 ISBN: 978-989-98443-6-0 | por |
| dc.identifier.isbn | 978-989-98443-6-0 | |
| dc.identifier.scientificarea | 745 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/14277 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | Escola Superior de Enfermagem do Porto | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Estudante de Enfermagem | por |
| dc.subject | Transição | por |
| dc.subject | Vulnerabilidade | por |
| dc.subject | Supervisão Ensino clinico | por |
| dc.title | Ser Supervisor de Ensino Clinico: Contributos para um perfil. | por |
| dc.type | article | por |