O conjunto monástico de S. Bento de Cástris e o cumprimento do paradigma cisterciense: a escolha do locus e as imposições da clausura estrita

dc.contributor.authorCondeo, Antónia Fialho
dc.contributor.editorUBILETRAS
dc.date.accessioned2016-01-27T15:48:02Z
dc.date.available2016-01-27T15:48:02Z
dc.date.issued2015
dc.description.abstractDurante a medievalidade, a urbe eborense viu surgir dentro da cerca nova ou fernandina espaços conventuais que acompanharam a afirmação das ordens mendicantes, bem como uma acentuada proliferação de opções de vida cenobítica (masculina e feminina) a partir de finais do século XV; porém, o espaço fora das muralhas não deixou de ser opção, até como forma de um retiro mais integral. Definem-se zonas preferenciais para instalação dessas Casas, entre as zonas Oeste e Norte da cidade, como foram os casos do mosteiro de S. Bento de Cástris (feminino) e dos conventos da Cartuxa e do Espinheiro, instalando-se ainda alguns em espaço peri-urbano. Para os mosteiros cistercienses, sabemos da tipologia dos sítios propícios à sua instalação, e que pode ser orientada segundo três grandes linhas: a relação do sítio com o poder eclesiástico e civil; a sua proximidade em relação a grandes vias de ligação, e a topografia e hidrografia dos sítios. Neste contexto, o grupo de mulheres devotas que originaria a comunidade organizada de S. Bento de Cástris conheceu uma pré-instalação junto dos muros do burgo (século XII), e, cumprindo as exigências de Cister e da afiliação a Alcobaça, afastou-se da cidade e instalou-se num início de vale orientado a sul onde a captação de água estava assegurada, junto à antiga ermida de S. Bento. A organização do espaço edificado do mosteiro foi amplamente influenciada pelas imposições pós-tridentinas de clausura estrita, definindo espaços de acesso e de restrição à comunidade religiosa, tanto a nível dos espaços edificados como dos não edificados, sendo estes considerados espelho da clausura.por
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.citationConde, Antónia Fialho;, O conjunto monástico de S. Bento de Cástris e o cumprimento do paradigma cisterciense: a escolha do locus e as imposições da clausura estrita” in UBILETRAS - Revista Online do Departamento de Letras da Universidade da Beira Inteiror; nº 5; janeiro de 2015; Universidade da Beira Interior; Covilhã, pp. 21-36.por
dc.identifier.issnISSN: 1647-709.
dc.identifier.scientificarea732por
dc.identifier.sharewithDepartamento de História da Universidade de Évora.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/16918
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUBILETRASpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectOrdem de Cisterpor
dc.subjectS. Bento de Cástrispor
dc.subjectParadigma cisterciensepor
dc.subjectPeríodo modernopor
dc.subjectÉvorapor
dc.titleO conjunto monástico de S. Bento de Cástris e o cumprimento do paradigma cisterciense: a escolha do locus e as imposições da clausura estritapor
dc.typearticlepor

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