O associativismo agrícola no Liberalismo e na 1ª República: os sentidos de um percurso.

dc.contributor.authorBernardo, Maria Ana
dc.date.accessioned2012-01-27T17:02:55Z
dc.date.available2012-01-27T17:02:55Z
dc.date.issued2002-11-16
dc.description.abstractO fraco desenvolvimento do associativismo em Portugal foi argumento esgrimido com frequência por aqueles que o apontavam como mais um sintoma, e causa, do atraso económico e social português. Quem assim conjecturava partia da premissa que a associação era um meio privilegiado de participação da sociedade civil nos destinos do país, mediante a expressão organizada das posições e interesses em presença nessa mesma sociedade. O movimento associativo estabelecia objectivos, identificava problemas e preconizava soluções, estatuía interlocutores institucionais e contribuía para a coesão e progresso sociais. Embora esta concepção sobre a importância do associativismo fosse extensível praticamente a todas as suas manifestações, a presente comunicação incide sobre as associações ligadas ao sector agrícola, no período do Liberalismo e da 1ª República. Num primeiro momento identifica-se a génese e evolução do associativismo agrícola atendendo sobretudo aos seguintes aspectos: enquadramento legal, entidades promotoras, objectivos, expansão e capacidade de mobilização. Depois, a partir de uma perspectiva que privilegia a dinâmica do associativismo agrícola no Sul do país, e mediante alguns casos específicos, identificam-se as questões e os problemas que foram polarizando esse associativismo, investigam-se as origens sociais dos dirigentes e associados e procuram tipificar-se as modalidades de relações entre as associações agrícolas e o Estado, atendendo às alterações socio-económicas e políticas que caracterizam a época a que nos reportamos. Finalmente, a análise da situação portuguesa será objecto de comparação com as experiências históricas de outros países europeus no domínio do associativismo agrário, em particular a Espanha e a Itália.por
dc.identifier.authoremailmab@uevora.pt
dc.identifier.citationMaria Ana Bernardo "O associativismo agrícola no Liberalismo e na 1ª República: os sentidos de um percurso", XXII Encontro da Associação Portuguesa de História Económica e Social, Aveiro, 2002por
dc.identifier.comunicacaoO associativismo agrícola no Liberalismo e na 1ª República: os sentidos de um percurso.
dc.identifier.localAveiro
dc.identifier.pagina24
dc.identifier.scientificarea733por
dc.identifier.urihttp://www2.egi.ua.pt/xxiiaphes/Artigos/a%20MA%20Bernardo.PDF
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/4402
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
dc.identifier.withoralpresentationsimpor
dc.identifier.withposternaopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherXXII Encontro da Associação Portuguesa de História Económica e Socialpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectHistória Contemporâneapor
dc.subjectHistória Socialpor
dc.subjectAssociativismo Agráriopor
dc.subjectElitespor
dc.titleO associativismo agrícola no Liberalismo e na 1ª República: os sentidos de um percurso.por
dc.typelecturepor
degois.publication.firstPagehttp://www2.egi.ua.pt/xxiiaphes/#_Programapor
degois.publication.locationAveiropor
degois.publication.titleXXII Encontro - Associação Portuguesa de História Económica e Social “Empresas e Instituições em Perspectiva Histórica”por

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