Continuidade do repertório polifónico na Catedral de Évora no século XVIII

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Edições Colibri

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Este texto apresenta um sumário de caraterísticas que apontam para a continuidade de uma tradição de escrita vocal polifónica na Catedral de Évora pelos compositores do final do século XVII e do século XVIII, nomeadamente as obras de Diogo Dias Melgaz, Pedro Vaz Rego e os seus sucessores, entre os quais se incluem Francisco José Perdigão e Miguel Anjo do Amaral. Muitas das obras polifónicas destes compositores estão preservadas nos livros de coro P-EVc Códices n.º 7, 8 e 9. Nestes livros de coro encontram-se também obras de compositores tardios como Ignácio António Celestino e Francisco José Perdigão, ambos mestres de capela da Catedral, o que aponta para a continuidade deste estilo ao longo do século XVIII.

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Henriques, Luís. "Continuidade do repertório polifónico na Catedral de Évora no século XVIII". Eborae Musica (org.). Escola de Música da Sé de Évora - Conferências. Évora: Edições Colibri, 2019, pp. 179-189. ISBN 978-989-689-897-7

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