Preterm birth versus neonatal pain challenges for organizations and health teams
| dc.contributor.author | Cruz, M D Damas | |
| dc.contributor.author | Fernandes, Ananda | |
| dc.contributor.author | Oliveira, CR | |
| dc.date.accessioned | 2013-01-31T17:33:38Z | |
| dc.date.available | 2013-01-31T17:33:38Z | |
| dc.date.issued | 2012-06-27 | |
| dc.description.abstract | A incidência do parto pré-termo tem aumentado em todo o mundo, desafios de sobrevivência dos recémnascidos prematuros de muito baixo peso têm colocado a inovação e a evolução tecnológica acima de outros fatores críticos a eles inerentes: a hipersensibilidade sensorial e a imaturidade neurológica para a manifestar. Estudos realizados em diferentes países e Unidades de Cuidados Intensivos Neonatais têm revelado o elevado número de procedimentos dolorosos a que diariamente estes recém-nascidos são submetidos e confirmado o seu insuficiente tratamento. A dor continuada e prolongada tem reflexos imediatos (alterações cardiovasculares, hormonais e metabólicas) no prematuro, e posteriormente na infância e idade adulta (hiperatividade, deficit de atenção, transtornos de ansiedade e stress. Apesar de ser possível avaliar e tratar a dor no recém nascido, existe um hiato entre o conhecimento cientifico e a pratica clinica. Conquistou-se nas últimas décadas a valorização e o reconhecimento pelos profissionais de saúde, da dor neonatal, não sendo estes suficientes para a sua prevenção, avaliação e tratamento. Conhecer os fatores que incrementam a gestão da dor neonatal e identificar as estratégias que possam contribuir para melhorar as práticas de cuidados é o objetivo deste trabalho. Para tal realizou-se uma revisão sistemática, que considera os mais importantes artigos científicos publicados sobre este tema, no últimos 5 anos, possibilitando assim a análise do quão importante esta questão está a ser considerada pela comunidade científica. A qualidade parece emergir da estreita colaboração e decisões partilhadas entre profissionais de saúde. Programas personalizados como o NIDCAP®, Newborn Individualized Developmental Care and Assessment Program, têm-se revelado vantajosos na redução do número de procedimentos dolorosos. Recomenda-se a adoção de guidelines | protocolos de prevenção e tratamento, com auditorias e estudos de acompanhamento que caraterizem a sua eficácia. Mudar culturas organizacionais é considerada a chave para a eficácia da gestão da dor neonatal e diminuição de morbilidades, sendo o fator social um importante impulsionador para a aplicabilidade de medidas individuais importantes para a sua prevenção, avaliação e tratamento. | por |
| dc.identifier.authoremail | dcruz@uevora.pt | |
| dc.identifier.authoremail | amfernandes@esenfc.pt | |
| dc.identifier.authoremail | catarina@cnc.uc.pt | |
| dc.identifier.local | Universidade de Évora, | |
| dc.identifier.scientificarea | 745 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/8298 | |
| dc.identifier.withinvitedoralpresentation | nao | por |
| dc.identifier.withoralpresentation | sim | por |
| dc.identifier.withposter | sim | por |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | XI Conferência Internacional sobre Representações Sociais | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Preterm birth | por |
| dc.subject | health teams | por |
| dc.subject | organizations | por |
| dc.title | Preterm birth versus neonatal pain challenges for organizations and health teams | por |
| dc.type | lecture | por |