Caracterização Epidemiológica do Carcinoma Ocular de Células Escamosas em bovinos dos Açores.

dc.contributor.authorBilhastre, Beatriz
dc.contributor.authorSilveira, Mário
dc.contributor.authorFagundes, João
dc.contributor.authorVala, Helena
dc.contributor.authorBranco, Sandra
dc.contributor.authorPinto, Carlos
dc.contributor.editorSPCV
dc.date.accessioned2025-03-21T16:18:30Z
dc.date.available2025-03-21T16:18:30Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractO Carcinoma Ocular de Células Escamosas (COCE) é uma neoplasia maligna primária com origem nos queratinócitos, afetando principalmente a terceira pálpebra. Considerada a neoplasia ocular mais comum em bovinos, causa um elevado impacto económico devido a rejeições de carcaças em matadouro, custos com o tratamento e diminuição da produção. Bovinos idosos das raças Bos Taurus sem pigmentação periocular expostos continuamente à radiação solar UV e presentes em locais de maior altitude são os mais afetados. A incidência é elevada na população bovina dos Açores, pelo que se pretende determinar os fatores subjacentes à génese destas neoplasias. A quase totalidade dos casos foram observados na ilha Terceira, em bovinos do sexo feminino da raça Holstein-Frísia, contudo, são os bovinos desta raça que existem em maior número nas ilhas mencionadas acima. Neste estudo, verificou-se um pico de incidência aos 6 anos (5/16). Os resultados obtidos indicam que quanto maior a longevidade, maior a frequência de casos. Contudo, esta conclusão é prematura dada a amostra ser apenas de 16 casos. A totalidade dos animais estão todo o ano em pastoreio, sem estabulação, com permanente exposição às radiações ultravioleta da luz solar. A maioria dos animais estavam presentes em explorações situadas em zona de altitude média (200 a 400m). A estrutura ocular mais frequentemente afetada foi a 3ª pálpebra (52%), o que está em conformidade com o descrito na bibliografia. Nas explorações onde foram diagnosticados casos de COCE também havia registos de casos suspeitos de pitomicotoxicose (10/16), o que indica que provavelmente poderá haver uma relação entre esta patologia e o aparecimento de COCE. Pretende-se continuar a avaliar quais são os fatores etiológicos subjacentes a esta patologia para além da exposição às radiações UV como por exemplo a pitomicotoxicose ou a infeção por papilomavírus. A quase totalidade dos casos foram observados em bovinos com pigmentação ocular (9/16).por
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dc.identifier.citationRevista Portuguesa das Ciências Veterinárias (RPCV) (2024) 119 (625) 13: 22-23.por
dc.identifier.scientificarea386por
dc.identifier.urihttps://spcv.pt/wp-content/uploads/2024/06/RPCV-Volume-119-2024-No-625.pdf
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/38276
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherRevista da Sociedade Portuguesa de Ciências Veterináriaspor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectcarcinoma ocularpor
dc.subjectbovinopor
dc.subjectAçorespor
dc.subjectepidemiológicapor
dc.titleCaracterização Epidemiológica do Carcinoma Ocular de Células Escamosas em bovinos dos Açores.por
dc.typearticlepor

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