A e-engineering na banca portuguesa
| dc.contributor.advisor | Serrano, António Manuel | |
| dc.contributor.author | Baptista, Gonçalo da Costa Aleixo Monteiro | |
| dc.date.accessioned | 2015-09-01T13:29:14Z | |
| dc.date.available | 2015-09-01T13:29:14Z | |
| dc.date.issued | 2000 | |
| dc.description.abstract | Introdução - Desde o princípio dos anos 90, à medida que a internet evoluía de uma rede pequena, quase que propriedade da comunidade cientifica e académica, para uma plataforma de comunicação de massas, que novos paradigmas e formas de actuação têm vindo a ser identificados pelas organizações. A internet acabou por se converter no, já há muito esperado, ponto focal de convergência da computação e das comunicações, na medida em que se juntaram milhões de utilizadores à rede. Os standards da internet, por definição abertos e sem limitações, transformaram-se na plataforma internacional, por excelência, para desenvolver aplicações, sistemas de informação e partilha de informação, independentemente do tipo de software ou hardware utilizado para aceder à rede. As empresas vivem desde os anos 90 um novo paradigma, adaptado a um mundo mais aberto e a uma organização mais flexível. O mundo passa por duas grandes alterações, a da integração das tecnologias de informação e a da mudança das técnicas de gestão e organização. "A reengenharia é uma resposta, que as organizações vêm a desenvolver desde o início dos anos 90, às insuficiências que o modelo organizacional clássico manifesta perante a necessidade de constante adaptação às mudanças que o meio onde operam exige" (Amaral, 1994). Com o advento da internet, da sua dimensão, importância e velocidade, as organizações estão a ser obrigadas a um esforço ainda maior no tocante a mudanças organizacionais. A este esforço suplementar dá-se o nome de e-engineering (electronic engineering). De uma forma bastante geral, marca a tomada de consciência por parte das empresas de que a internet, não só é um canal alternativo para todos os negócios, como também ameaça distinguir as empresas de sucesso e de futuro, das outras. Marca a passagem para a era do trabalho em rede. Paralelamente, existe uma tendência cada vez maior para receber serviços bancários, de forma idêntica à que recebe outros bens necessários como a água, gás e electricidade. Para a maioria de nós a localização física das empresas que nos fornecem água, gás é completamente irrelevante, apenas interessa as diversas utilizações que podemos fazer delas. A internet coloca à disposição dos bancos uma quantidade bastante grande de oportunidades de mudar a forma como conduzem os seus egócios. Estas oportunidades obrigaram os bancos portugueses a olharem a intemet como muito mais do que uma ferramenta de marketing, e a efectivamente começarem a empregá-la como um novo canal de distribuição dos seus serviços. Os serviços de banca através da internet e/ou os homebanking são a parte visível do iceberg dos processos de e-engineering que os bancos têm vindo a promover nas suas organizações. | por |
| dc.identifier.authoremail | teses@bib.uevora.pt | |
| dc.identifier.scientificarea | 666 | por |
| dc.identifier.sharewith | Dep C.S. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/15559 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade de Évora | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | E-engineering na banca portuguesa | por |
| dc.subject | Sistemas de informação | por |
| dc.title | A e-engineering na banca portuguesa | por |
| dc.type | masterThesis |
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