ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO OBSTETRA NO CONTEXTO DO ABORTO ESPONTÂNEO

dc.contributor.authorTorrens, Marina
dc.contributor.authorJiménez, Beatriz
dc.contributor.authorGiménez, Irene
dc.contributor.authorBilro, Paula
dc.contributor.authorZangão, Maria Otília Brites
dc.contributor.editorLopes, Manual
dc.date.accessioned2026-02-27T15:53:13Z
dc.date.available2026-02-27T15:53:13Z
dc.date.issued2025-07
dc.description.abstractIntrodução: A perda gestacional espontânea é uma experiência comum, mas ainda amplamente silen- ciada nos serviços de saúde, trazendo implicações significativas para a saúde mental das mulheres. Apesar da frequência deste evento, o cuidado emo- cional permanece subvalorizado, e os profissionais de saúde, especialmente os enfermeiros obstetras, enfrentam desafios para oferecer uma atenção ade- quada, empática e humanizada. Objetivo: Analisar a intervenção do enfermeiro obstetra no acompa- nhamento emocional durante o aborto espontâneo, com enfoque nos cuidados físicos e emocionais pres- tados à mulher, com base nas estratégias de cuidado descritas na literatura. Metodologia: Realizou-se uma revisão integrativa conforme o método do Joanna Briggs Institute (JBI, 2024), com busca na PubMed e EBSCOhost (2020-2025). Foram incluídos estudos em português, espanhol e inglês que abordassem o acompanhamento emocional por enfermeiros obste- tras durante o aborto espontâneo. A seleção seguiu critérios de qualidade utilizando a ferramenta de avaliação crítica do JBI e o protocolo PRISMA, resultando em 6 artigos para análise final. Resultados: Constatou-se que a atuação do enfermeiro obstetra tem impacto direto na experiência emocional da mulher perante a perda gestacional. Estratégias como a escuta ativa, a validação da perda, a criação de memórias e a intervenção cognitivo-comportamental mostraram-se eficazes na diminuição dos sintomas de luto pós-aborto. No entanto, a maioria dos enfer- meiros obstetras relatam não se sentirem prepara- dos para lidar com estas situações. Evidenciaram-se também lacunas na formação de base e contínua, ausência de protocolos específicos e barreiras insti- tucionais, como a sobrecarga laboral, a invisibilidade do tema e a falta de apoio emocional ao próprio enfermeiro obstetra. Conclusão: A intervenção do enfermeiro obstetra no contexto do aborto é essencial para garantir uma atenção integral, ética e huma- nizada. É urgente investir em formação específica, reforçar os protocolos institucionais e reconhecer o papel fundamental dos enfermeiros obstetras na humanização do cuidado emocional durante a perda gestacional.por
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dc.identifier.authoremailpcvb@uevora.pt
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dc.identifier.citationTorrens, M. F., Jiménez, B. P., Giménez, I. R., Bilro, P. V., & Zangão, O. B. (2025). ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO OBSTETRA NO CONTEXTO DO ABORTO ESPONTÂNEO. Revista Ibero-Americana de Saúde e Envelhecimento, 6-16 Páginas. https://doi.org/10.60468/R.RIASE.2025.11(0).764.6-16por
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.60468/r.riase.2025.11(0).764.6-16por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/41558
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherRevista RIASEpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAbortopor
dc.subjectAssistência ao Partopor
dc.subjectEnfermeiro Obstetrapor
dc.subjectIntervenção Psicossocialpor
dc.titleATUAÇÃO DO ENFERMEIRO OBSTETRA NO CONTEXTO DO ABORTO ESPONTÂNEOpor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage6por
degois.publication.issueVOL. 11 suplemento 1por
degois.publication.lastPage16por
degois.publication.titleRIASE - Revista Ibero-Americana de Saúde e Envelhecimentopor

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