ESTUDO DA QUALIDADE DO SOLO – AMOSTRAGENS INTELIGENTES

dc.contributor.authorMarques da Silva, J.
dc.contributor.authorPaixão, L.
dc.contributor.authorSousa, A.
dc.contributor.authorGonçalves, C.
dc.contributor.authorSilva, L.
dc.contributor.authorBaptista, F.
dc.contributor.authorSerrano, João
dc.contributor.authorTerron, M.
dc.contributor.editorMarques da Silva, José, José, Francisco e Luís Terrón, Ordoñez & Paixão
dc.date.accessioned2020-08-10T14:56:26Z
dc.date.available2020-08-10T14:56:26Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractEste caso prático não é propriamente a ilustração de uma experiência realizada em campo, mas sim a discussão metodológica sobre alguns aspetos que têm que ver com o solo, a base de tudo o resto. Não sei se sabe mas poderá ter milhares de euros enterrados no solo das suas parcelas agrícolas e se bem calha não está a aproveitar esse recurso em seu benefício. Monitorizar o nível de fertilidade do solo, não é só um imperativo agronómico e económico mas é também um imperativo ambiental. Encontramos regularmente casos de parcelas agrícolas com concentrações de fósforo nos limiares mínimos e máximos. Esta variação espacial dentro de uma mesma parcela é um indicador claro de que a gestão dos fertilizantes não está otimizada, podendo ocorrer tratar-se pior aquelas zonas que mais contribuem para o resultado líquido da atividade. Face ao exposto é fundamental conhecer o que temos no solo pois poderemos estar a desperdiçar milhares de euros que aí se encontram disponíveis para serem utilizados pela planta. A estratégia de amostragem do solo, plantas e frutos tem evoluído nos últimos tempos afastando-se a passos largos daquela estratégia aleatória em que percorríamos em ziguezague a parcela recolhendo subamostras em cada local percorrido por forma a termos uma média dos nutrientes existentes. Como bem sabemos a média em agricultura não existe pois a variabilidade dos nossos solos, do nosso clima, da nossa topografia é sobejamente conhecida. Nesse sentido há que realizar um tipo de amostragem diferente por forma a conhecer em maior detalhe toda essa variabilidade das parcelas e qual o seu impacto real sobre as relações solo-água-planta e consequentemente no resultado final.por
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dc.identifier.authoremailjmrs@uevora.pt
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dc.identifier.citationMarques da Silva, J., Paixão, L., Sousa, A., Gonçalves, C., Leopoldo, L., Baptista, F., Serrano, João, Terrón, Mariano (2020). Estudo da qualidade do solo – amostragens inteligentes. In: Agricultura de Precisão com imagens de satélite – Manual de boas práticas agrícolas (Innoace), Eds. José Rafael Marques da Silva, José Maria Terrón, Francisco Dominguez Ordoñez & Luís Paixão, p. 50 - 55. ISBN: 78-989-33-0549-2por
dc.identifier.scientificarea580por
dc.identifier.sharewithERUpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/28036
dc.language.isoporpor
dc.publisherEds. José Rafael Marques da Silva, José Maria Terrón, Francisco Dominguez Ordoñez & Luís Paixãopor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectsolopor
dc.subjectamostragempor
dc.subjecttecnologiaspor
dc.titleESTUDO DA QUALIDADE DO SOLO – AMOSTRAGENS INTELIGENTESpor
dc.typebookPartpor
degois.publication.firstPage50por
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degois.publication.titleAgricultura de Precisão com imagens de satélite – Manual de boas práticas agrícolas (Innoace),por

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