Os mosteiros cistercienses femininos em Portugal no período pombalino: a reforma de frei Manuel de Mendonça

dc.contributor.authorConde, Antónia Fialho
dc.contributor.editorEditora, Paulinas
dc.date.accessioned2014-10-24T10:18:40Z
dc.date.available2014-10-24T10:18:40Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractO período moderno ficou marcado por intensas reformas a nível da Igreja, marcando decisivamente o devir das comunidades monásticas. Efectivamente, ocorreram tanto reformas de cariz mais genérico, enquadradas no espírito da Reforma católica, e de que sublinhamos as medidas saídas do Concílio Ecuménico de Trento, como reformas nas estruturas religiosas de diversos países europeus e, dentro destas, na comunidade clerical regular e secular. Para o clero regular português este período ficou marcado pelo surgir das Congregações de cariz nacional ou provincial, sendo que para a Ordem de Cister em Portugal significou o surgir da Congregação Autónoma de Alcobaça em 1567. Para toda a Congregação, mas com maior intensidade para as casas femininas, na segunda metade do século XVIII há que assinalar o generalato de Frei Manuel de Mendonça, Dom Abade do Real mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, Senhor Donatário e Capitão-Mor da mesma vila, e das mais de sua comarca, Padroeiro do convento da Magdalena da Província de Nossa Senhora da Arrábida, Geral Reformador e Visitador Geral da Congregação de São Bernardo nestes Reinos e Domínios de Portugal e Algarves, do Conselho de Sua Majestade Fidelíssima, e seu Esmoler Mor, como constava no formulário inicial de todos os documentos que assinava. A plenitude dos seus poderes foi alcançada, segundo o próprio Geral reconhece, com a Carta Régia de 2 de Dezembro de 1775: o monarca declarou como ilimitados os seus poderes. Consagrava-se assim a plenitude do conteúdo do seu título, que aos poderes em relação à Congregação bernarda juntava os poderes que o ligavam ao trono: além de continuar a tradição de Esmoler-mor consagrado aos abades alcobacenses, Frei Manuel de Mendonça fazia ainda parte do Conselho de Sua Majestade Fidelíssima. Durante o seu largo generalato, interferiu na vida interna das comunidades, de que nos interessam sobretudo as femininas; a sua acção concretizou-se não só nos aspectos materiais, como questões ligadas à propriedade ou ao vestuário da comunidade monástica, mas também em relação aos aspectos espirituais, como a uniformização na celebração dos ofícios divinos.por
dc.identifier.authoremailmconde@uevora.pt
dc.identifier.citationConde, Antónia Fialho. 2014. Os mosteiros cistercienses femininos em Portugal no período pombalino: a reforma de frei Manuel de Mendonça. In História das Ordens e Congregações Religiosas em Portugal, na Europa e no Mundo, (coord. Franco, José Eduardo; Abreu, Luís Machado de).Lisboa: Paulinas Editora. Vol. II, pp. 251-262.por
dc.identifier.isbn978-989-673-334-6
dc.identifier.scientificarea732por
dc.identifier.sharewithDepartamento de História da Universidade de Évorapor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/11672
dc.language.isoporpor
dc.publisherPaulinas Editorapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectS. Bento de Cástrispor
dc.subjectFrei Manuel de Mendonçapor
dc.subjectCongregação Autónoma de Alcobaçapor
dc.subjectPeríodo pombalinopor
dc.subjectOrdem de Cisterpor
dc.titleOs mosteiros cistercienses femininos em Portugal no período pombalino: a reforma de frei Manuel de Mendonçapor
dc.typebookPartpor
degois.publication.firstPage251por
degois.publication.issue1ªpor
degois.publication.lastPage262por
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleHistória das Ordens e Congregações Religiosas em Portugal, na Europa e no Mundopor
degois.publication.volumeIIpor

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