Modelos e práticas de (auto)avaliação em escolas do Alentejo

dc.contributor.authorGomes, Sónia
dc.contributor.authorSilvestre, Maria José
dc.contributor.authorFialho, Isabel
dc.contributor.authorCid, Marília
dc.contributor.editorReis, Carlos
dc.contributor.editorNeves, Fernando
dc.date.accessioned2013-08-19T15:59:57Z
dc.date.available2013-08-19T15:59:57Z
dc.date.issued2011-12
dc.description.abstractEm Portugal, apesar de a autoavaliação ser obrigatória desde 2002 (com a publicação da Lei n.º 31/2002), foi sobretudo a partir do lançamento do Programa de Avaliação Externa das Escolas (AEE) - em 2006, na fase piloto, de 2007 a 2011, no seu primeiro ciclo avaliativo e, atualmente, a dar início a um novo ciclo -, que as escolas despertaram para o imperativo e necessidade de desenvolverem a sua autoavaliação. Neste sentido, dado que terminou o primeiro ciclo da AEE, que a legislação não propõe nenhum modelo de autoavaliação nem existem recomendações concretas que forneçam às escolas indicações sobre a forma como devem organizar o processo, importa traçar um retrato das práticas organizacionais avaliativas das organizações escolares. Tendo por questão de partida As escolas assumem práticas de autoavaliação? Que tipo de práticas implementam? Adotam modelos específicos ou criam os seus próprios modelos, optou-se por realizar um estudo centrado na realidade das escolas do Alentejo, que se socorreu da análise dos dados constantes nos Relatórios de Escola, produzidos pela Delegação Regional do Alentejo da Inspeção Geral de Educação (IGE) e nos Contraditórios – ambos redigidos no âmbito da AEE e publicitados na página da IGE. A análise realizada visou responder à problemática, de acordo com os objetivos traçados para a investigação, a saber: (i) compreender se as escolas estão ou não a implementar a autoavaliação institucional; (ii) conhecer as práticas (e a sua natureza) de autoavaliação das escolas do Alentejo; e (iii) identificar os modelos/referenciais de avaliação adotados. É certo que a autoavaliação institucional não faz parte da cultura portuguesa e que as escolas, na tentativa de se apropriarem desta modalidade de avaliação e darem resposta a este desafio de olhar introspetivo, têm vindo a experimentar percursos diversos, na tentativa de encontrarem o caminho mais adequado à sua realidade. Algumas escolas (poucas) parecem ter já conseguido explorar as potencialidades da autoavaliação, mas são ainda muitas as que continuam numa fase de experimentação, aparentemente sem rumo.por
dc.identifier.authoremailscsdgomes@gmail.com
dc.identifier.authoremailmariajosesg.silvestre@gmail.com
dc.identifier.authoremailifialho@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmcid@uevora.pt
dc.identifier.citationGomes, S.: Silvestre, M. J.; Fialho, I. &Cid, M. (2011). Modelos e práticas de (auto)avaliação em escolas do Alentejo. In C. S. Reis & F. S. Neves (Coord). Livro de Atas do XI Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (pp. 179-184). Guarda: Instituto Politécnico da Guarda (ISBN 978-972-8681-35-7)por
dc.identifier.isbn978-972-8681-35-7
dc.identifier.scientificarea229por
dc.identifier.sharewithDPEpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/8672
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAvaliaçãopor
dc.subjectEscolaspor
dc.subjectModelospor
dc.subjectReferenciaispor
dc.subjectPráticaspor
dc.titleModelos e práticas de (auto)avaliação em escolas do Alentejopor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage179por
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degois.publication.titleLivro de Atas do XI Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educaçãopor

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