Sons de morte e de glória: a sonoridade ritual das cerimónias da Quebra dos Escudos e da Aclamação, realizadas em Évora (1521-1750)
| dc.contributor.author | DE PAULA, RODRIGO | |
| dc.contributor.editor | Sá, Vanda de | |
| dc.contributor.editor | De Paula, Rodrigo Teodoro | |
| dc.contributor.editor | Conde, Antónia Fialho | |
| dc.contributor.editor | Gouveia, António Camões | |
| dc.date.accessioned | 2022-04-26T15:00:44Z | |
| dc.date.available | 2022-04-26T15:00:44Z | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.description.abstract | As celebrações reais portuguesas, durante a Idade Moderna, ganharam uma dimensão simbólica geograficamente ampliada dada a obrigatoriedade da reprodução ritual em todo o reino, inclusivamente nos domínios ultramarinos, dos protocolos correspondentes ao carácter de cada cerimónia. As cerimónias de morte e aclamação real exigiam uma sofisticada dramatização na qual, para além da exuberância visual e coreográfica, o aspeto sonoro constitui-se como um elemento imprescindível para a realização desses eventos. A partir das normas cerimoniais oficializadas durante o reinado de D. Manuel I identificamos, em diversas fontes históricas – relações, registo burocrático, documentação eclesiástica, manuscritos e livros litúrgico-musicais, etc. – alguns dos modelos sonoros através dos quais é possível categorizar as tipologias de sons que constituíam, em caso de morte do monarca e aclamação de seu sucessor, o conjunto dos protocolos rituais que deveriam ser transmitidos e reproduzidos no amplo espaço geográfico de domínio português. Essas cerimónias eram realizadas estrategicamente em espaços urbanos específicos, envolvendo hierarquicamente todos os seus segmentos sociais e contribuindo para o fortalecimento das relações de subserviência entre as cidades do reino e o centro do poder real. Évora servirá, portanto, neste estudo, como o local escolhido para a análise do processo de reprodução ritual e da adaptação local dos protocolos sonoros para as cerimónias dos chamados «Dó» ou «Auto do Pranto» – constituídas pelo arrastar da bandeira e pela quebra dos escudos –, e do Auto do Levantamento ou Aclamação Real1, cerimónias reproduzidas nessa cidade entre os anos de 1521 e 1750. | por |
| dc.identifier.authoremail | rtpaula@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | DE PAULA, Rodrigo T. (2021) “Sons de morte e de glória: a sonoridad,e ritual das cerimónias da Quebra dos Escudos e da Aclamação realizadas em Évora (1521-1750), (ed. with Vanda de Sá, Antónia Fialho Conde, António Camões Gouveia), Sonoridades Eborenses. Lisboa: Edições Húmus-CESEM-CHAM, ISBN 978-989-755-000-0. | por |
| dc.identifier.scientificarea | 203 | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/31825 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Edições Húmus / CESEM / CHAM | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Paisagem Sonora Histórica | por |
| dc.subject | Sonoridade Ritual | por |
| dc.subject | Exéquias Reais | por |
| dc.subject | Aclamação | por |
| dc.subject | Estudos Sonoros | por |
| dc.title | Sons de morte e de glória: a sonoridade ritual das cerimónias da Quebra dos Escudos e da Aclamação, realizadas em Évora (1521-1750) | por |
| dc.type | bookPart |