Ensaios com herbicida Atlantis em sementeira directa de trigo (2ª parte)

dc.contributor.authorBarros, José
dc.contributor.authorBasch, G.
dc.contributor.authorCarvalho, Mário
dc.date.accessioned2010-11-25T09:56:35Z
dc.date.available2010-11-25T09:56:35Z
dc.date.issued2008-01
dc.description.abstractTrês anos de ensaios com o herbicida Atlantis na cultura do trigo em sementeira directa, em condições edáficas semelhantes mas condições climáticas diferentes, mostraram claramente que este herbicida é excelente no controlo das infestantes monocotiledóneas Avena sterilis L. (balanco-maior) e Lolium rigidum G. (erva-febra), sendo esta última, uma das infestantes mais problemáticas na cultura estudada. No entanto, e quando a sementeira directa for o sistema de mobilização do solo adoptado pelo agricultor, haverá toda a vantagem em aplicar o herbicida numa fase mais precoce do desenvolvimento destas infestantes (início do afilhamento), pois nesta fase, será possível um óptimo controlo das mesmas, utilizando doses e volumes de calda inferiores aos recomendados e assim, manter a produção potencial da cultura, reduzindo-se os custos de produção e o impacto ambiental que causa a aplicação de produtos químicos, nomeadamente os herbicidas. Relativamente às infestantes dicotiledóneas, poder-se-á afirmar que o Atlantis é um óptimo herbicida para controlar algumas delas, mas mostra-se pouco eficiente no controlo de outras, principalmente quando se aplicam doses inferiores à recomendada pelo fabricante, mesmo na época mais favorável do seu desenvolvimento (2 a 3 pares de folhas). Dentro daquelas mais difíceis de controlar por este herbicida, destacam-se a Polygonum aviculare L. (sempre-noiva) a Chamaemelum mixtum L. (margaça), a Anagallis arvensis L. (morrião), a Silene nocturna L. (cabacinha) e a Daucus carota L. (cenoura-brava). Pelos resultados obtidos poder-se-á afirmar com alguma clareza, que nas mesmas condições em que se realizaram estes ensaios, será possível reduzir as doses de Atlantis e o volume de calda relativamente ao recomendado pelo fabricante, mantendo a produção potencial da cultura. No entanto, sempre que o agricultor pretenda utilizar doses do herbicida inferiores à recomendada deverá recorrer a aconselhamento técnico pois, tanto a densidade de infestantes e o seu estado de desenvolvimento, bem como a sua composição poderão ser muito diversos.en
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dc.identifier.accesstypelivreen
dc.identifier.authoremailjfcb@uevora.pt
dc.identifier.authoremailgb@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmjc@uevora.pt
dc.identifier.editorpersonVeloso, Sousa
dc.identifier.editorpersonAlarcão, Alberto
dc.identifier.editorpersonMonteiro, António
dc.identifier.editorpersonNoéme, Carlos
dc.identifier.editorpersonAlfarroba, Flávia
dc.identifier.numrev1733en
dc.identifier.pagina30-32en
dc.identifier.revistaVida Ruralen
dc.identifier.scientificarea584en
dc.identifier.sharewithICAAM (Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas)en
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/2229
dc.language.isoeng
dc.peerreviewednoen
dc.publisherIFE - Edições e Formação SAen
dc.rightsopenAccessen
dc.subjectcontrolo de infestantes, herbicida, sementeira directaen
dc.titleEnsaios com herbicida Atlantis em sementeira directa de trigo (2ª parte)en
dc.typearticleen

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