A Agricultura Itinerante no Distrito de Bobonaro em Timor-Leste no Período Pós-Independência

dc.contributor.authorJesus, Maria
dc.contributor.authorHenriques, Pedro Damião
dc.contributor.authorLaranjeira, Pedro
dc.contributor.authorNarciso, Vanda
dc.contributor.authorCarvalho, Maria Leonor da Silva
dc.date.accessioned2017-01-19T15:43:27Z
dc.date.available2017-01-19T15:43:27Z
dc.date.issued2015
dc.description.abstractA agricultura itinerante é um tipo de sistema agrícola primitivo, adotado historicamente nos ecossistemas de florestas tropicais, em que o ser humano faz o corte da floresta, queimando os resíduos como preparação da terra para a cultura. A produção de alimentos é feita por 2 a 3 anos e, posteriormente, a área é abandonada, tornando-se improdutiva. Muitas vezes, nos terrenos abandonados estabelece-se a floresta secundária, podendo voltar a ser utilizados para o cultivo cerca de dez a vinte anos depois. Em Timor-Leste, a agricultura itinerante ainda é praticada como forma de agricultura de subsistência. Com este trabalho pretendemos caracterizar a agricultura itinerante em Timor-Leste e relevar a sua importância socioeconômica para as populações rurais do território, identificar os seus impactos na sustentabilidade ambiental dos ecossistemas e referir as soluções para minorar os seus efeitos negativos. A metodologia utilizada baseou-se na recolha de informação bibliográfica relevante sobre o tema e na realização de um inquérito por questionário a agricultores itinerantes do subdistrito de Atabae, distrito de Bobonaro. Este questionário caracterizou a agricultura itinerante e ouviu a opinião dos agricultores sobre os efeitos da mesma. A agricultura itinerante de hoje em Timor-Leste destinase essencialmente às culturas de horta. Os materiais resultantes do derrube e corte da floresta são usados para lenha, vedações e materiais de construção. Os impactos negativos sobre os bens e serviços produzidos por florestas são sentidos através das mudanças na precipitação, erosão, mudanças climáticas, diminuição do número de animais selvagens, e das plantas e produtos colhidos nas florestas.por
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailpdamiao@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailvanda.narciso@gmail.com
dc.identifier.authoremailleonor@uevora.pt
dc.identifier.citationJesus, Maria, Pedro Damião Henriques, Pedro Laranjeira, Vanda Narciso, Maria Leonor da Silva Carvalho (2015), “A Agricultura Itinerante no Distrito de Bobonaro em Timor-Leste no Período Pós-Independência”, Revista em Agronegócio e Meio Ambiente, v.8, n. 1, jan./abr, pp: 193-215por
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.17765/2176-9168.2015v8n1p193-215)por
dc.identifier.pagina193-215
dc.identifier.revistaRevista em Agronegócio e Meio Ambiente
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/19883
dc.identifier.volume8
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherRevista em Agronegócio e Meio Ambientepor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectagricultura itinerantepor
dc.subjectecossistemas florestaispor
dc.subjectsustentabilidadepor
dc.subjectTimor-Lestepor
dc.titleA Agricultura Itinerante no Distrito de Bobonaro em Timor-Leste no Período Pós-Independênciapor
dc.typearticlepor

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