Ensino Da Miologia Veterinária: Do Modelo ao Cadáver

dc.contributor.authorLança, M.J.
dc.contributor.authorFaustino-Rocha, A.I.
dc.date.accessioned2025-04-10T14:48:35Z
dc.date.available2025-04-10T14:48:35Z
dc.date.issued2023-07
dc.description.abstractA Anatomia é a ciência que estuda a forma, a estrutura, a disposição e as relações das estruturas que constituem o organismo. A palavra “Anatomia” deriva do termo grego “Anatome”, formado por “Ana” que significa “em partes” e “tome” que significa “corte”. Se é correto que a Morfologia do organismo animal se mantém, de certo modo, inalterada nos seus conceitos fundamentais e na descrição geral dos sistemas e aparelhos, também é lícito afirmar-se que os estudantes têm uma certa relutância e dificuldade na sua aprendizagem. Para eles, a morfologia descritiva é isso mesmo, um conjunto de conceitos e de termos complexo e demasiado vasto. Este problema agrava-se na medida em que qualquer unidade curricular de Anatomia é ministrada nos primeiros semestres do curso de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária. Sendo a Anatomia uma unidade curricular fundamental no currículo dos cursos médicos, é natural que se recorra inevitavelmente à disseção de cadáveres. Todavia, a utilização do cadáver não deve ser o primeiro objeto de estudo para os alunos. Na realidade, em Portugal, encontra-se em vigor o Decreto-Lei nº 113/2013, que é uma transposição da Diretiva Europeia nº 2010/63/EU, e tem como principal objetivo a proteção dos animais utilizados para fins científicos ou educativos. De acordo com este Decreto-Lei, a utilização de animais para fins científicos ou educativos só deverá ser considerada quando não existir uma alternativa não animal. A situação de pandemia por COVID-19 teve um sério impacto na educação em todos os níveis de ensino, mas foi também uma janela de oportunidade para a rápida transição das aulas teóricas, teórico-práticas e práticas do ensino médico para o modo de ensino online, com recurso a plataformas digitais, como o Zoom ou o Microsoft Teams, o que contribuiu para o desenvolvimento de ferramentas alternativas à utilização de cadáveres. Aliando a impossibilidade de aulas práticas presenciais e procurando reduzir a utilização e cadáveres, surgem alternativas como sejam os modelos in silico para o ensino da Anatomia, a utilização de atlas com imagens de cadáveres dissecados, visualização de vídeos de cadáveres dissecados, utilização de softwares com representações tridimensionais dos músculos, onde é possível não só observar a estrutura dos músculos, mas também identificar as suas inserções e perceber as suas funções. A perceção dos alunos relativamente ao ensino e aprendizagem da miologia veterinária durante o período de pandemia por COVID-19 foi avaliada por meio de um inquérito, revelando este trabalho as respostas dos alunos sobre as metodologias adotadas em sede de aula prática.por
dc.identifier.authoremailnd
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dc.identifier.citationM.J. Lança & A. I. Faustino-Rocha (2023) “Ensino Da Miologia Veterinária: Do Modelo ao Cadáver” in 9º Congresso Nacional De Práticas Pedagógicas No Ensino Superior, Universidade do Algarve, Faropor
dc.identifier.comunicacao9º Congresso Nacional De Práticas Pedagógicas No Ensino Superior, Universidade do Algarve, Faro, Portugal
dc.identifier.scientificarea375por
dc.identifier.sharewithDepartamento de Veterináriapor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/38314
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
dc.identifier.withoralpresentationsimpor
dc.identifier.withposternaopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherCNaPPESpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectanatomia veterináriapor
dc.subjectensinopor
dc.titleEnsino Da Miologia Veterinária: Do Modelo ao Cadáverpor
dc.typelecturepor

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