A oratura no conto angolano. O caso d' A Árvore dos Gigongos, Ynari , A menina das cinco tranças e Kianda off-shore

dc.contributor.authorRodrigues, Sérgio
dc.contributor.authorEsteves, Elisa
dc.date.accessioned2019-01-21T15:42:56Z
dc.date.available2019-01-21T15:42:56Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractA oratura, denominação proposta por Piu Zimiro, é uma manifestação cultural, desde a antiguidade, presente em qualquer sociedade. A sua próxima relação com a literatura remonta milénios, tendo sempre servido de fonte para as diversas obras literárias. O presente estudo procura analisar a sua influência sobre a Literatura Angolana, com particularidade, sobre o conto. Para tal, consideramos os pressupostos teóricos relativos à oratura e ao conto, tanto na perspetiva da primeira quanto na perspetiva literária, sem excluir marcos incontornáveis da “História do Conto Angolano”. Três contos da Literatura Angolana servem-nos de objetos de estudo: A árvore dos gingongos (1993) de Maria Celestina, Ynari, A menina das cinco tranças (2004) de Ondjaki e Kianda off-shore, que faz parte da obra Luanda fica longe (2016) de José Luís Mendonça. Os três contos, escritos em três momentos diferentes da História de Angola, apresentam as aproximações desta marca enriquecedora e indispensável da Literatura Angolana que é o permanente diálogo com a oratura. Apresentando aspetos relevantes da cultura angolana, forte crítica social e um fio que os liga, os três contos dialogam por meio da oratura, que lhes empresta referentes e temas. Um dos referentes é, sem dúvida, Kianda. Na linha do pensamento estruturalista de Genette, nos contos, observamos as recorrências transtextuais verificadas em relação aos textos da oratura angolana. A transcendência textual foi verificada, de modo breve, em diversos níveis: paratextual, intertextual, hipertextual, arquitextual e até metatextual. Neste contexto de inclusão do tradicional no contemporâneo, numa base transcultural, é possível encontrar o inverso. Da relação de mútua fecundidade, se eleva a afirmação da pluridiscursividade como força permanente na narrativa angolana contemporânea.por
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailene@uevora.pt
dc.identifier.citationRodrigues, Sérgio de Carvalho e Esteves, Elisa Nunes (2017). A oratura no conto angolano. O caso d' A árvore dos gigongos, Ynari, A menina das cinco tranças e Kianda off-shore in Revista Forma Breve nº 14: O Conto: o Cânone e as Margens. Universidade de Aveiro.por
dc.identifier.urirevistas.ua.pt/index.php/formabreve/article/view/10964
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/24124
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidade de Aveiropor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectliteratura angolanapor
dc.subjectoraturapor
dc.subjectcontopor
dc.subjecttranstextualidadepor
dc.subjectescritapor
dc.subjectKiandapor
dc.titleA oratura no conto angolano. O caso d' A Árvore dos Gigongos, Ynari , A menina das cinco tranças e Kianda off-shorepor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage359por
degois.publication.issue14por
degois.publication.lastPage364por
degois.publication.locationUniversidade de Aveiropor
degois.publication.titleForma Brevepor

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