Autoavaliação em escolas do Alentejo: Medidas de apoio para a construção de um processo formal

dc.contributor.authorGomes, Sónia
dc.contributor.authorFialho, Isabel
dc.date.accessioned2016-02-17T12:36:09Z
dc.date.available2016-02-17T12:36:09Z
dc.date.issued2015-05
dc.description.abstractNos últimos anos, as escolas portuguesas têm vindo a ser confrontadas com a exigência de adoção de uma proposta reguladora que, valorizando a necessidade de se autoavaliarem, tem associada a ideia de qualidade e boas práticas na prestação do serviço educativo. Perante este desafio, têm manifestado dificuldades, evidenciando necessidade de apoio na construção dos referenciais de suporte a uma autoavaliação formal. Motivadas por esta necessidade, levámos a cabo uma investigação3 que, sustentada na explicitação de um quadro teórico resultante de uma reconfiguração dos conceitos básicos que interligam escola e avaliação, e recorrendo a uma metodologia mista, contemplou um estudo exploratório em 39 escolas do Alentejo, seguido de um estudo mais aprofundado de quatro escolas. Propusemo-nos conhecer práticas de autoavaliação institucional, compreender os fatores que têm facilitado e dificultado a assunção de práticas de autoavaliação sistematizadas e, com base neles, delinear propostas de apoio à autoavaliação, tendo, para tal, perseguido os seguintes objetivos específicos: caraterizar práticas de autoavaliação de escola; identificar boas práticas de autoavaliação nas escolas; identificar, descrever e analisar os constrangimentos que impedem as escolas de assumirem práticas de autoavaliação sistematizadas; identificar, descrever e analisar os fatores que facilitam o trabalho das escolas na implementação de práticas de autoavaliação sistematizadas; e elaborar propostas de apoio à autoavaliação das escolas. Constatámos que a maioria das escolas em análise não dedicava a devida atenção à autoavaliação institucional até à sua participação no Programa de Avaliação Externa das Escolas, despertando aí quer para a importância e necessidade de processos de avaliação formais e abrangentes, quer para o reconhecimento da inconsistência e ineficácia das práticas assumidas. Embora haja indícios de que, nos últimos anos, se tem vindo a efetuar bastante trabalho a este nível, as escolas continuam a manifestar dificuldades na condução dos processos técnico-burocráticos e no saber fazê-los de forma abrangente e participada. Revela-se necessário apostar, com firmeza e convicção, numa estratégia inovadora, de incentivo e apoio às escolas, que seja capaz de conduzir ao desenvolvimento organizacional necessário à construção de uma autoavaliação com sentido, promotora da melhoria da qualidade desejada.por
dc.identifier.authoremailscsdgomes@gmail.com
dc.identifier.authoremailifialho@uevora.pt
dc.identifier.citationGomes, S. & Fialho, I. (9 maio 2015). Autoavaliação em escolas do Alentejo: Medidas de apoio para a construção de um processo formal. Comunicação apresentada no Seminário Internacional Avaliação Externa de Escolas. Campus de Gualtar da Universidade do Minho, Braga.por
dc.identifier.localUniversidade do Minho, Braga
dc.identifier.scientificarea229por
dc.identifier.sharewithDPEpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/17383
dc.identifier.withinvitedoralpresentationnaopor
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dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleAutoavaliação em escolas do Alentejo: Medidas de apoio para a construção de um processo formalpor
dc.typelecturepor

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