Pegada hídrica de um olival super-intensivo sob clima mediterrânico, utilizando medições de campo e deteção remota
| dc.contributor.author | Nogueira, A.M. | |
| dc.contributor.author | Paço, T.A | |
| dc.contributor.author | Silvestre, J.C. | |
| dc.contributor.author | Mota, Manuel | |
| dc.contributor.author | Gonzalez, L.F. | |
| dc.contributor.author | Santos, F.L. | |
| dc.contributor.author | Pereira, L.S. | |
| dc.contributor.editor | Bento, Albino | |
| dc.contributor.editor | Pereira, José Alberto | |
| dc.date.accessioned | 2012-12-06T15:20:44Z | |
| dc.date.available | 2012-12-06T15:20:44Z | |
| dc.date.issued | 2012 | |
| dc.description.abstract | A pegada hídrica de uma cultura representa o volume de água necessário para produzir, relacionando as necessidades hídricas da cultura com a produção. As suas componentes, pegadas hídricas azul, verde e cinzenta, referem-se respectivamente aos volumes de água superficial e subterrânea, precipitação e de água necessária para assimilar a poluição utilizados pela cultura. A determinação das pegadas hídricas azul e verde é normalmente conseguida através da estimativa da evapotranspiração cultural, aplicando coeficientes culturais a uma evapotranspiração de referência, calculada a partir de dados meteorológicos. No presente estudo foram utilizadas medições da evapotranspiração para estimar a pegada hídrica de um olival super-intensivo na região de Évora. As necessidades hídricas foram medidas utilizando um método de fluxo de seiva para determinar a transpiração e o método micrometeorológico das flutuações instantâneas para medir directamente a evapotranspiração. Esta técnica foi utilizada durante um período de tempo limitado, enquanto as medições do fluxo de seiva, que foram efectuadas para períodos alargados, permitiram a extensão dos registos. A evapotranspiração medida directamente apresentou valores de cerca de 3 mm d-1 e o quociente entre evapotranspiração real e evapotranspiração de referência é próximo de 0,6 para o mesmo período. Comparou-se a estimativa da pegada hídrica obtida com o procedimento habitual com a resultante de medições in-situ e utilizando técnicas de deteção remota. A pegada hídrica do olival sob estudo foi inferior às simulações encontradas na literatura, o que pode ser explicado por diferenças na densidade de plantação, produção e gestão da rega. O olival em estudo obteve uma produção elevada, com um azeite que preencheu as características essenciais à classificação de azeite extra virgem, o mais valorizado, o que contraria o efeito do elevado consumo de água, resultando numa pegada hídrica inferior à de olivais não regados ou com menor densidade de plantação. | por |
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| dc.identifier.authoremail | fls@uevora.pt | |
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| dc.identifier.citation | Pegada hídrica de um olival super-intensivo sob clima mediterrânico, utilizando medições de campo e deteção remota, Actas Portuguesas de Horticultura 21, 197-206 | por |
| dc.identifier.isbn | 978-972-8936-12-9 | |
| dc.identifier.scientificarea | 580 | por |
| dc.identifier.sharewith | ICAAM | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/6540 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.publisher | Actas Portuguesas de Horticultura 21 | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Pegada hídrica | por |
| dc.subject | deteção remota | por |
| dc.subject | olival super intensivo | por |
| dc.subject | Clima Mediterrânico | por |
| dc.title | Pegada hídrica de um olival super-intensivo sob clima mediterrânico, utilizando medições de campo e deteção remota | por |
| dc.type | article | por |
| degois.publication.firstPage | 197 | por |
| degois.publication.issue | 21 | por |
| degois.publication.lastPage | 206 | por |
| degois.publication.location | Mirandela | por |
| degois.publication.title | Actas Portuguesas de Horticultura | por |
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