Processos de adaptação parental face a diferentes diagnósticos de deficiência
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Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente
Abstract
Neste estudo é analisada a validade de conteúdo da Escala Parental de Adaptação à Deficiência (EPAD), as relações entre a Escala de Impacto na Família (EIF) e a EPAD, bem como as diferenças na adaptação dos pais tendo em consideração diferentes diagnósticos de deficiência e diversos graus de autonomia. A amostra é constituída por 45 pais de sujeitos com diferentes diagnósticos. Os resultados mostraram que a EPAD revela boa validade de conteúdo e a existência de relações entre as escalas, subescalas, fatores e dimensões que a constituem. Foram encontradas diferenças na dimensão Futuro, Depressão, Resiliência e Apoio Social, quando considerados os diagnósticos Paralisia Cerebral, Deficiência Intelectual, Autismo e Outro. Quando considerados os grupos de pais/mães com filhos/as com e sem Autismo, verificaram-se diferenças no fator Suporte e na dimensão Apoio Social. Tendo em consideração os níveis de autonomia dos filhos/as, verificaram-se diferenças na EIF, dimensão Culpa e Resiliência