Simulação e análise económica de tecnologias de rega na produção de tomate para indústria no Ribatejo

dc.contributor.advisorSantos, Francisco Lúcio
dc.contributor.authorNita, Manuel Joaquim Aldeia
dc.date.accessioned2015-09-01T10:32:54Z
dc.date.available2015-09-01T10:32:54Z
dc.date.issued1998
dc.description.abstractO Ribatejo tem sido tradicionalmente uma zona de produção de culturas de Primavera-Verão, com especial realce para a cultura de tomate para indústria. Este trabalho pretende simular e analisar a combinação de actividades e de tecnologias de rega escolhidas para a produção de tomate para indústria nessa região, de acordo com o modelo conceptual proposto e ao longo do período de tempo 1987/1994. As necessidades hídricas da cultura do tomate são calculadas tendo como base os valores efectivamente obtidos para as variáveis meteorológicas temperatura, humidade relativa, insolação e vento, verificados ao longo do ciclo cultural desta planta. A lâmina de água a ser fornecida ao solo em cada rega, respeitando determinadas características qualitativas ao nível do coeficiente de uniformidade e área adequadamente regada, é obtida através da simulação da tecnologia de rega por sulcos longos e por rega gota a gota. São assim obtidos e definidos 22 pontos numa função de produção que se torna, como tal, discreta. Os resultados obtidos, em situação deterministica, evidenciam uma clara opção produtiva, em detrimento da qualidade. Verifica-se a escolha sistemática do °brix 1 que penaliza, em termos de preço, a qualidade. A tecnologia escolhida é, sempre que disponível, a rega gota a gota com plantação e apanha mecanizadas. Os correspondentes parâmetros qualitativos das regas são um coeficiente de uniformidade de 92% e uma área adequadamente regada de 60%. Em condição de restrição de água fornecida pela associação de regantes são também escolhidas actividades baseadas na existência de um furo para complementar a água fornecida. O tomate de ciclo curto é sempre a variedade integralmente escolhida, excepto quando existe restrição de mão-de-obra, que obriga à diversificação do ciclo cultural do tomate. Quando a tecnologia tradicional é imposta, nos anos de 1987 e 1988, e existe restrição de água, o solo de arneiro é sempre preterido em relação ao solo de várzea. O contrário se passa quando existe restrição de mão-de-obra. Verifica-se uma estrita concordância entre o número de regas a efectuar, a disponibilidade de água e as características evapotranspirativas de cada ano. Anos mais secos e maior disponibilidade de água permitem/induzem efectuar um maior número de regas. A introdução do risco, através da minimização dos desvios absolutos totais (MOTAD), obriga o agricultor a optar pela diversificação de actividades e a obter menor margem bruta. Acréscimos iguais de rendimento são conseguidos à custa de acréscimos cada vez superiores de risco, medido em termos de desvio padrão.por
dc.identifier.authoremailteses@bib.uevora.pt
dc.identifier.scientificarea638por
dc.identifier.sharewithdep. C.S.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/15293
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade de Évorapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectTécnicas de regapor
dc.subjectIndústria do tomatepor
dc.subjectRibatejo (Portugal)por
dc.titleSimulação e análise económica de tecnologias de rega na produção de tomate para indústria no Ribatejopor
dc.typemasterThesis

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