Burro velho aprende línguas
| dc.contributor.author | Guerra, Luís | |
| dc.date.accessioned | 2017-01-30T12:44:40Z | |
| dc.date.available | 2017-01-30T12:44:40Z | |
| dc.date.issued | 2015 | |
| dc.date.updated | 2017-01-28T09:23:13Z | |
| dc.description.abstract | Quando em julho de 2014, o ministro da Educação, Nuno Crato, anunciou que o ensino do inglês passaria a ser obrigatório a partir do 3º ano de escolaridade já no ano letivo de 2015/2016, esta medida pareceu receber o apoio não só dos professores de inglês, dos pais e educadores, como também da sociedade em geral. Se, por um lado, o conhecimento da língua inglesa é visto como um instrumento incontornável para o futuro profissional seja em qual for a área, existe também a ideia de que quanto mais cedo começamos a aprender uma língua, provavelmente seremos mais capazes de atingir níveis de competência elevados. Quanto ao primeiro argumento, não há dúvidas sobre a sua autenticidade, basta darmos uma vista d’ólhos nos anúncios de emprego; quanto à segunda asserção, existem vários estudos que parecem sustentar aquela ideia | por |
| dc.identifier.authoremail | nd | |
| dc.identifier.citation | Guerra, Luís. Burro velho aprende línguas, Tribunaalentejo, 09/04/2015, 1-1. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/20273 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.title | Burro velho aprende línguas | por |
| dc.type | contributionToPeriodical | por |
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