Efeitos da rega e do regime hídrico em olival super intensivo no Alentejo

dc.contributor.authorSantos, Francisco Lúcio
dc.contributor.authorCorreia, Maria Manuela
dc.contributor.authorCoelho, Renato
dc.contributor.authorSousa, Adélia
dc.contributor.authorPaço, Teresa
dc.contributor.authorPereira, Luís Santos
dc.date.accessioned2013-09-20T09:32:01Z
dc.date.available2013-09-20T09:32:01Z
dc.date.issued2013-02-02
dc.description.abstractO presente estudo caracteriza os efeitos de uma condução típica de rega em olival super-intensivo (1,35 x 3,75 m) na região de Évora (Alentejo) e em solo Cambissolo Êutrico (WRB, 1998). Analisa-se o regime hídrico praticado em dois tratamentos de rega, normal (FI) e deficitário (DI), este com redução da dotação de rega depois do endurecimento do caroço e seus efeitos sobre a transpiração, a humidade do solo e o potencial hídrico, um parâmetro fisiológico indicador do estado hídrico da cultura. Analisam-se os resultados de transpiração potencial do olival obtidos com o modelo de condutância estomática global da copa de Orgaz et al. (2007) aplicado ao modelo “big leaf” de Penman Monteith (Jones, 1992). Analisa-se também a possibilidade de prever a transpiração do olival com os valores do índice de vegetação NDVI estimados de assinaturas espectrais do olival, obtidos por detecção remota através dos sensores instalados nos satélites Landsat Thematic Mapper e Terra. Em relação ao regime hídrico da rega normal (FI), o regime hídrico da rega deficitária (DI) apresentou progressiva severidade no défice hídrico das oliveiras, com diminuição nos valores da transpiração e redução nos valores da humidade do solo e do potencial hídrico da cultura. A rega normal apresentou também défice hídrico moderado nos meses de julho e agosto, ainda que menos pronunciado que no observado para o tratamento de rega deficitário. Os resultados dos modelos de Orgaz et al. (2007) e “big leaf” de Penman-Monteith indicam que uma vez validados poderão ser usados para prever a transpiração potencial do olival super-intensivo no Alentejo. A baixa correlação entre a transpiração e os valores do índice de vegetação NDVI durante o período de rega inviabiliza a possibilidade de se prever a transpiração do olival através da detecção remota de reflectâncias espectrais relacionadas com o NDVI.por
dc.identifier.authoremailfls@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmmsc@uevora.pt
dc.identifier.authoremailrc@uevora.pt
dc.identifier.authoremailasousa@uevora.pt
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.authoremailnd
dc.identifier.citationFrancisco Lúcio Santos, Maria Manuela Correia, Renato Ruas Coelho, Adélia Sousa, Teresa do Paço, Luís Santos Pereira, 2013, Revista de Ciências Agrárias, 36 (2): 206-219por
dc.identifier.revistaCiências Agrárias
dc.identifier.scientificarea580por
dc.identifier.sharewithICAAMpor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/8762
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherSCAP - sociedade de ciências agrárias de portugalpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectArbequinapor
dc.subjectOlea europaeapor
dc.subjectRegapor
dc.subjectRegime hídricopor
dc.subjectRelações hídricaspor
dc.titleEfeitos da rega e do regime hídrico em olival super intensivo no Alentejopor
dc.typearticlepor
degois.publication.firstPage206por
degois.publication.issue36(2):206-219por
degois.publication.lastPage219por
degois.publication.titleRevista de Ciências Agráriaspor
degois.publication.volume36por

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