MODELOS E PRÁTICAS DE (AUTO)AVALIAÇÃO EM ESCOLAS DO ALENTEJO
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Revista Galego-Portuguesa de Psicoloxía e Educación
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Em Portugal, apesar da autoavaliação ser obrigatória desde 2002, foi a partir do lançamento do Programa
de Avaliação Externa das Escolas (AEE) que as escolas despertaram para o imperativo e necessidade de
desenvolverem a sua autoavaliação. Dado que a legislação não propõe nenhum modelo de autoavaliação nem
existem recomendações concretas que forneçam às escolas indicações, importa traçar um retrato das práticas
avaliativas das escolas.
Partindo das questões As escolas assumem práticas de autoavaliação? Que tipo de práticas
implementam? Adotam modelos específicos ou criam os seus próprios modelos?, este estudo centra-se nas
escolas do Alentejo e apresenta dados dos Relatórios de Escola e Contraditórios, redigidos no âmbito da
AEE, perspetivando compreender se as escolas estão ou não a implementar a autoavaliação; conhecer as
práticas de autoavaliação das escolas do Alentejo; e identificar os modelos/referenciais de avaliação
adotados.
É certo que a autoavaliação institucional não faz parte da cultura portuguesa e que as escolas, na tentativa
de darem resposta a este grande desafio, têm vindo a experimentar percursos até encontrarem o caminho
mais adequado à sua realidade. Algumas escolas parecem ter já conseguido explorar as potencialidades da
autoavaliação, mas são ainda muitas as que continuam numa fase de experimentação, aparentemente sem
rumo.
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Citation
Gomes, S.; Silvestre, M. J.; Fialho, I. & Cid, M. (2011). Modelos e práticas de (auto)avaliação em escolas do Alentejo. Libro de Actas do XI Congreso Internacional Galego-Portugués de Psicopedagoxía. A Coruña. Universidade da Coruña [CD-ROM] ISSN: 1138-1663.