Sistemas de mobilização do solo na cultura do girassol
| dc.contributor.advisor | Carvalho, Mário de | |
| dc.contributor.author | Silva, Pedro Manuel do Vale Oliveira e | |
| dc.date.accessioned | 2014-09-29T09:36:35Z | |
| dc.date.available | 2014-09-29T09:36:35Z | |
| dc.date.issued | 2002 | |
| dc.description.abstract | A necessidade de redução dos custos de produção da cultura do girassol obriga a alterações da tecnologia tradicionalmente utilizada, nomeadamente do sistema de mobilização do solo, que representa uma parte importante dos encargos totais. A este objectivo de natureza económica associa-se outro de carácter ambiental resultante da necessidade de impedir a degradação dos solos, para a qual contribuem os sistemas de mobilização convencionais. Para avaliar a viabilidade da redução da intensidade da mobilização do solo na cultura do girassol comparou-se experimentalmente, em condições de sequeiro mediterrâneo e em solos representativos das condições de produção na região do Alentejo, o sistema convencional baseado na lavoura com charrua de aivecas com a mobilização reduzida e a sementeira directa. 0 ensaio realizado incluiu também duas épocas de sementeira, a época habitual para a Região e a antecipação da sementeira para meados de Fevereiro. A análise incidiu sobre as relações solo-planta, que foram caracterizadas através de um conjunto de parâmetros relativos ao desenvolvimento da planta e às principais propriedades físicas, hidrológicas e químicas do solo, obtidos experimentalmente ao longo dos quatro anos (1993 – 1997) de ensaios. Conclui-se que é possível, actuando simultaneamente sobre a data de sementeira, substituir o sistema convencional de mobilização do solo por sistemas mais conservativos como a mobilização reduzida ou a sementeira directa, sem afectar significativamente a produção da cultura do girassol. No entanto, mesmo com a antecipação da sementeira, mantém-se elevado o risco de insucesso na sementeira directa. Neste sistema o principal factor limitante da produção é a densidade populacional, que se revelou fortemente dependente da ocorrência de precipitação após a sementeira. A influência da tecnologia de sementeira sobre o estabelecimento da cultura é outro aspecto importante que necessita de ser aperfeiçoado de modo a permitir, nos anos em que as condições climáticas são mais desfavoráveis, obter melhores resultados na sementeira directa. Relativamente às propriedades do solo conclui-se que é essencialmente o efeito sobre a resistência mecânica que diferencia os sistemas de mobilização, encontrando-se as condições mais favoráveis no sistema tradicional e as maiores limitações na sementeira directa. | por |
| dc.identifier.authoremail | pedrosilva@ipbeja.pt | |
| dc.identifier.scientificarea | 587 | por |
| dc.identifier.sharewith | dep fitotecnia | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/11497 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Universidade de Évora | por |
| dc.rights | openAccess | por |
| dc.subject | Sistemas de mobilização do solo | por |
| dc.subject | Cultura do girassol | por |
| dc.title | Sistemas de mobilização do solo na cultura do girassol | por |
| dc.type | doctoralThesis | por |
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