A Natalidade e a Fecundidade em Portugal
| dc.contributor.author | Mendes, Maria Filomena | |
| dc.contributor.editor | Cunha, Vanessa | |
| dc.contributor.editor | Vilar, Duarte | |
| dc.contributor.editor | Wall, Karin | |
| dc.contributor.editor | Lavinha, João | |
| dc.contributor.editor | Trigo Pereira, Paulo | |
| dc.date.accessioned | 2017-02-06T17:50:58Z | |
| dc.date.available | 2017-02-06T17:50:58Z | |
| dc.date.issued | 2016-11 | |
| dc.description.abstract | Para melhor compreendermos a situação de fecundidade em Portugal no início do século XXI, precisamos analisar a evolução das últimas décadas, na medida em que o comportamento passado condiciona o observado no momento actual. Nos últimos 30 a 40 anos, registaram-se enormes alterações nos padrões de fecundidade por idades. Nos anos 60 e 70, o modelo alterou-se, na medida em que as mulheres passaram a ter filhos mais cedo, isto é, a fecundidade elevou-se abaixo dos 28 anos (principalmente, entre os 23 e os 26) e a fecundidade tardia (a partir dos 32 anos) reduziu-se bastante. Até ao início dos anos 80, a contracepção foi utilizada maioritariamente no interior do casamento, por mulheres com idade acima dos 30 anos, após terem atingido o número desejado de filhos. Nos anos 80, o modelo voltou a alterar-se. O número de filhos por mulher desceu para valores abaixo de 2. Na década seguinte, última do século XX, a tendência acentuou-se: o número de filhos manteve-se baixo, e continuou a adiar-se, para idades cada vez mais tardias, o momento do nascimento (valores mais elevados entre os 28 e os 30 anos). Registou-se um elevado nível de contracepção, em mulheres jovens com idades até aos 28 anos; contracepção eficaz e generalizada, antes do casamento, precedendo o nascimento do primeiro filho. A partir de 2000 até 2009, o número de nascimentos diminuiu ainda mais e o adiamento não parou de aumentar. Todavia, começou a assistir-se a uma recuperação muito ténue no número de nascimentos em idades mais tardias, entre os 33 e os 42 anos (valores mais elevados registados em mães com 29, 30 e 31 anos). Como resultado de um comportamento de declínio ao longo de décadas, agravado por um quadro recente onde as mulheres não pararam de adiar a idade da maternidade, Portugal converteu-se num dos países da Europa e do Mundo com mais baixos níveis de fecundidade. | por |
| dc.identifier.authoremail | mmendes@uevora.pt | |
| dc.identifier.citation | Mendes, M. F. (2016). "A Natalidade e a Fecundidade em Portugal", in A(s) Problemática(s) da Natalidade em Portugal, uma questão social, económica e política. Org. Vanessa Cunha et al., Imprensa de Ciências Sociais, pp. 81-110 (ISBN 978-972-671-377-7) | por |
| dc.identifier.isbn | ISBN 978-972-671-377-7 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10174/20697 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Imprensa de Ciências Socais | por |
| dc.rights | restrictedAccess | por |
| dc.subject | natalidade | por |
| dc.subject | fecundidade | por |
| dc.title | A Natalidade e a Fecundidade em Portugal | por |
| dc.type | bookPart | por |
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