Alergia – diagnosticar bem para tratar melhor

dc.contributor.authorMartins, Luís
dc.date.accessioned2020-07-06T11:09:04Z
dc.date.available2020-07-06T11:09:04Z
dc.date.issued2020-03-09
dc.description.abstractHumanos e seus animais partilham diferentes condições alérgicas, caracterizadas por várias manifestações, na sequência do contacto com diferentes espécies alergénicas. Insetos, vários aeroalergénios e alimentos integram as espécies sensibilizantes mais frequentes, com manifestações alérgicas cutâneas, oculares e nasais, broncopulmonares e digestivas. Em cães e gatos é a dermatite alérgica, a condição mais frequente, enquadrando-se como i) dermatite atópica; ii) dermatite alérgica alimentar; iii) dermatite alérgica à picada de pulga; iv) dermatite a Malassezia ou v) dermatite de contacto. Já nos cavalos, as manifestações cutâneas pautam-se maioritariamente por urticária. Contudo, não é clinicamente possível diferenciar manifestações cutâneas de alergia alimentar, daquelas de alergia ambiental, sendo necessário recorrer a exames complementares para diagnosticar as espécies alergénicas envolvidas. A hipersensibilidade alérgica nos cavalos pode apresentar sintomas cutâneos, como urticária ou eczema, e sintomas respiratórios sob a forma de tosse crónica, a qual pode evoluir para processos de obstrução recorrente das vias aéreas. Podem sofrer, igualmente manifestações alérgicas como o eczema de verão, relacionado com hipersensibilidade à picada de insetos, frequentemente associado a prurido severo, alopecia e formação de crostas. Para um eficaz controlo da afeção alérgica é necessária uma abordagem diagnóstica bem dirigida, quer com objetivo evicional, quer imunoterápico. Torna-se, assim, extraordinariamente importante a identificação, para cada indivíduo, das fontes alergénicas implicadas, como primeiro passo para um diagnóstico preciso. Nesse contexto, uma anamnese aturada, um exame clínico detalhado e o recurso a exames complementares, como os testes cutâneos e o doseamento de IgE específicas, afigura-se o procedimento essencial, perante a suspeita de alergia. Será, dessa forma, possível instituir medidas de evicção alergénica, imunoterapia mais específica e com maior taxa de eficácia clínica, e instituir a medicação imediata mais adequada.por
dc.identifier.authoremaillmlm@uevora.pt
dc.identifier.citationMartins L. Alergia - diagnosticar bem para tratar melhor. I Conimvepa - Congresso Online Internacional de Medicina Veterinária de Pequenos Animais. 9 a 13 de março de 2020.por
dc.identifier.scientificarea382por
dc.identifier.urihttps://congresse.me/eventos/conimvepa
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/27941
dc.identifier.withinvitedoralpresentationsimpor
dc.identifier.withoralpresentationsimpor
dc.identifier.withposternaopor
dc.language.isoporpor
dc.publisherI Conimvepa - Congresso Online Internacional de Medicina Veterinária de Pequenos Animaispor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectAlergiapor
dc.subjectAtopiapor
dc.subjectAlergéniospor
dc.subjectDermatitepor
dc.subjectPruridopor
dc.titleAlergia – diagnosticar bem para tratar melhorpor
dc.typelecturepor

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