Avaliação sensorial de formulações de revestimentos edíveis à base de quitosano

dc.contributor.authorMelgão, Catarina
dc.contributor.authorRicardo-Rodrigues, Sara
dc.contributor.authorNabais, Joao
dc.contributor.authorAgulheiro-Santos, Ana
dc.date.accessioned2019-01-15T17:25:52Z
dc.date.available2019-01-15T17:25:52Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractA indústria alimentar procura, de forma constante, novos métodos e estratégias que permitam o aumento do período de pós-colheita de frutos, sem alteração das suas características físico-químicas e organoléticas. Essa procura visa, cada vez mais, a utilização de materiais sustentáveis e biodegradáveis, pelo que tem surgido um elevado interesse na utilização de revestimentos edíveis à base de quitosano. O quitosano é um polissacarídeo obtido por desacetilação da quitina, com reconhecido potencial de aplicação, cada vez mais versátil, nomeadamente no controlo do fungos e manutenção da qualidade dos frutos no período pós-colheita. Inserido num projeto que estuda a ação de revestimentos edíveis à base de quitosano, na conservação de frutos durante o período de pós-colheita, surgiu o presente trabalho que visa avaliar a influência da utilização de diferentes formulações de revestimentos edíveis, à base de quitosano, nas características organoléticas dos frutos nos quais foram aplicados os revestimentos. Neste caso de estudo, o fruto utilizado foi o morango, e a análise sensorial selecionada foi um teste triangular. Foram realizadas três sessões de análise sensorial, nas quais se consideraram as diferentes soluções em estudo: concentrações de 1,0 e 1,5% de formulações de revestimentos de quitosano; 0,5% e 1,0% de ácido acético, com e sem adição do surfactante Tween 80©. Os resultados do presente estudo permitem concluir que a utilização de ácido acético a 1,0% não deve ser utilizada para a formulação de revestimentos edíveis à base de quitosano, uma vez que os consumidores identificaram a sua presença na concentração de 1,0% de ácido, sendo apontada existência de odores estranhos no morango. Não foram identificadas diferenças significativas nas amostras independentemente da concentração de quitosano e da adição ou não de Tween80©. Os consumidores não identificaram a presença dos revestimentos das formulações produzidas e utilizadas em morango fresco, com exceção para a formulação com ácido acético a 1,0% de concentraçãopor
dc.identifier.authoremailnd
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dc.identifier.authoremailjvn@uevora.pt
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dc.identifier.citationC. Melgão, S. Ricardo-Rodrigues, J. Nabais, A.C. Agulheiro-Santos. Avaliação sensorial de formulações de revestimentos edíveis à base de quitosano, em Frutas y Hortalizas, Innovaciones en pre- y Postcosecha (M.J. Serradilla, M.J.B. Garcia, Edts) (ISBN 978-84-09-02799-6) (2018) 122-125por
dc.identifier.scientificarea304por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/24054
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherFrutas y Hortalizas, Innovaciones en pre- y Postcosechapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectQuitosanopor
dc.subjectPeliculas ediveispor
dc.titleAvaliação sensorial de formulações de revestimentos edíveis à base de quitosanopor
dc.typearticlepor

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