A avaliação da funcionalidade dos idosos: Uma forma de diagnosticar o estado de saúde e avaliar a eficácia dos cuidados

dc.contributor.authorLopes, M. J.
dc.contributor.authorEscoval, A.
dc.contributor.authorMendes, F.
dc.contributor.authorPereira, D.
dc.contributor.authorPereira, C.
dc.contributor.authorCarvalho, C.
dc.contributor.authorFonseca, C.
dc.date.accessioned2014-03-27T10:38:19Z
dc.date.available2014-03-27T10:38:19Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractProblema e objetivos - avaliar a funcionalidade dos idosos do Alentejo, com o objetivo de, conhecer o perfil de funci- onalidade da referida população e sinalizar as suas limitações funcionais. Enfoque teórico - Optou-se por uma abordagem centrada na funcionalidade entendida como a capacidade do indivíduo para realizar as atividades da vida diária e para participar em várias situações da vida e da sociedade, incluindo as dimensões, física, emocional e cognitiva. Adoptou-se a Classificação Internacional da Funcionalidade de Organização Mundial de Saúde. Metodologia - Estudo transversal, descritivo; amostra aleatória, estratificada com 903 idosos; nível de confiança 95%; margem de erro 2,5%. Questionário desenvolvido com base na Classificação Internacional da Funcionalidade; dados recolhidos através de entrevista estruturada por profissionais de saúde nos Centros de Saúde do Alentejo. Resultados: Idosos do Alentejo são maioritariamente do sexo feminino; 30,7% declaram-se analfabetos, 29,2% tem um Índice de Massa Corporal que denunciam excesso de peso, e 11% apresenta baixo peso. As necessidades de alimen- tação (18,7%,), habitação (19,2%) e saúde (26,0%) não estão satisfeitas. Funções de orientação preservadas em 83,4%; 58% dos idosos refere uma intensidade de dor que requer cuidados. 73,3% dos idosos não apresenta dentição funcional. Níveis de desempenho superior a 80% nas atividades de participação: lavar-se (82,6%), atividades relacio- nadas com o processo de excreção (92,2%), vestir, comer, beber (89%). Conclusão: Decréscimo progressivo da funcionalidade à medida que a idade avança, todavia está preservada em grande parte das dimensões até cerca dos 75 anos.por
dc.identifier.authoremailmjl@uevora.pt
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dc.identifier.authoremailcesar.j.fonseca@gmail.com
dc.identifier.citationLopes, M.J.; Escoval; A.; Mendes, F.; Pereira, D.; Pereira, C.; Carvalho, C.; Fonseca, C.. (2012). A avaliação da funcionalidade dos idosos: Uma forma de diagnosticar o estado de saúde e avaliar a eficácia dos cuidados. Lisboa: Universidade Católica Portuguesa. Fundação D. Pedro IV.por
dc.identifier.scientificarea745por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/10861
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherUniversidade Católica Portuguesa. Fundação D. Pedro IVpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectFuncionalidadepor
dc.subjectSaúdepor
dc.titleA avaliação da funcionalidade dos idosos: Uma forma de diagnosticar o estado de saúde e avaliar a eficácia dos cuidadospor
dc.typearticlepor

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