Os limites do mercado no espaço da Praça: o caso de Évora, séculos XVI-XVIII
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Actas V Congresso Internacional Cidades Criativas.
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Resumo: Desde a Idade Média que praça era sinónimo de mercado; porém, por a praça ser ao mesmo tempo o principal espaço público, o mercado não podia afetar as atividades religiosas e concelhias que ali tinham lugar. Para tal era preciso definir a área das trocas comerciais, especialmente nas circunstâncias em que havia necessidade de articular as diversas funções que a praça desempenhava. A documentação dos séculos XVI a XVIII revela que os principais edifícios localizados na praça, nomeadamente a Igreja e os Paços do Concelho, tinham uma clara intenção de afirmar a sua representatividade naquele espaço, não podendo ser invadido pelos vendedores. Tal está bem vincado numa das principais praças de Évora, a Praça do Giraldo, que analisamos neste trabalho.
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PEREIRA, Daniela Nunes, 2017. "Os limites do mercado no espaço da Praça: o caso de Évora, séculos XVI-XVIII". In Livro de Actas V Congresso Internacional Cidades Criativas. Porto: CITCEM, Icono 14. ISBN: 978-84-940289-8-4