Biodiversidade musealizada: formas que comunicam

dc.contributor.advisorLopes, Maria Margaret
dc.contributor.advisorFerreira, Maria de Fátima Nunes
dc.contributor.authorSoler, Mariana Galera
dc.date.accessioned2020-05-12T13:36:30Z
dc.date.available2020-05-12T13:36:30Z
dc.date.issued2020-03-16
dc.description.abstractNesta tese discutimos a museografia de museus de história natural como meio de registo de práticas científicas e museológicas. A partir de ampla revisão na literatura, fontes documentais e visitas técnicas, foi construído um modelo teórico de padrões museográficos, formas de expor acervos científicos associadas ao design, tipo de acervo, textos, iluminação, recursos audiovisuais e multimédia e o posicionamento do acervo e do visitante perante o discurso museológico, desde o século XIX até a atualidade. Embora os padrões tenham sido desenvolvidos em contextos específicos, estes podem ser contemporâneos, sendo possível diferentes modos de expor numa mesma instituição e/ou exposição. Encontramos ainda padrões semelhantes em diferentes museus, evidenciando o contacto entre instituições e a circulação de conhecimentos, ideias e objetos. Os padrões propostos foram aplicado a cinco exposições de museus de história natural, contemporâneas, lusófonas (Brasil e Portugal) e que abordaram biodiversidade “Conchas Corais e Borboletas”; “Biodiversidade: conhecer para preservar”; “Galeria da Biodiversidade”; “Reis da Europa Selvagem” e “Specere”. Utilizamos o conceito “biodiversidade”, como marcador temporal e garantia de um ponto de articulação entre os discursos das exposições analisadas. Partimos de uma Matriz que sumarizou em indicadores os padrões e a características das exposições. Entre as questões que identificamos como determinantes (objetivo, tipo de instituição, tema e acervo), a constituição da equipa curatorial foi crucial. A ausência de algumas práticas científicas e museológicas, a invisibilidades de determinados profissionais e conhecimentos reafirmam a autoridade das ciências naturais e dos museus, por conseguinte, dos investigadores perante a assistência. Constatamos que ainda mais recente que a conceção de biodiversidade são modos de expor que permitam experienciá-la, uma vez que viabilizar exposições sobre tal conceito implica em também interagir com as múltiplas perspetivas de sua crise e permitir o posicionamento crítico do visitante; Musealized Biodiversity: Forms and Ways that Comunicate ABSTRACT: In this thesis we discuss a natural history museum as a means of recording scientific and museum practices. Based on broad literature review, archives and technical visits, we propose a theoretical model of museographic pattern: forms of exportation of scientific objects related to design, type of collection, texts, lighting, audiovisual and multimedia resources and the role of the collection and the visitor in museological discourse, from the nineteenth century to the present. Although patterns have been developed in specific contexts, they may be contemporary, with different ways of exhibition being possible within the same institution and / or exhibition. It also found similar patterns in different museums, evidence or contact between institutions and circulation of knowledge, ideas and objects. Our theorical model were applied to five exhibitions of museums of natural history, contemporary, Lusophone (Brazil and Portugal) that addressed the biodiversity: “Conchas Corais e Borboletas”; “Biodiversidade: conhecer para preservar”; “Galeria da Biodiversidade”; “Reis da Europa Selvagem” e “Specere”. We use the concept “biodiversity” as a temporal marker and a point of articulation among the exhibitions analyzed. We started the analysis from a Matrix that summarized in indicators the patterns and characteristics of the exhibitions. The curatorial team constitution was crucial among the issues that identify as determinants to the way and forms in exhibition (other issue identified: objective, type of institution, theme and collection). The lack of some scientific and museological practices, the invisibility of professionals and knowledge reaffirm the authority of the natural sciences and museums, that is researchers authority on visitors. We have found that even more recent than the conception of biodiversity are ways of exposing that allow to experience it. Since enabling biodiversity exhibitions also means interacting with the multiple perspectives of its crisis and allowing critical visitor positioningpor
dc.identifier.authoremailmarianagsoler@gmail.com
dc.identifier.scientificarea708por
dc.identifier.sharewithDepartamento de Históriapor
dc.identifier.tid101641737por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/27868
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade de Évorapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectMuseus de história naturalpor
dc.subjectExposiçõespor
dc.subjectBiodiversidadepor
dc.subjectMuseografiapor
dc.subjectColeções zoológicaspor
dc.subjectNatural history museumspor
dc.subjectExhibitionspor
dc.subjectBiodiversitypor
dc.subjectMuseographypor
dc.subjectZoological collectionspor
dc.titleBiodiversidade musealizada: formas que comunicampor
dc.typedoctoralThesis
thesis.degree.nameTese de doutoramento - História e Filosofia da Ciênciapor

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