A sementeira directa em girassol de sequeiro

dc.contributor.authorBarros, José
dc.contributor.authorCarvalho, Mário
dc.contributor.authorBasch, G.
dc.date.accessioned2010-11-08T10:27:09Z
dc.date.available2010-11-08T10:27:09Z
dc.date.issued2002-01
dc.description.abstractCom a mobilização do solo pretende-se principalmente atingir três objectivos: preparar a cama da semente, controlar infestantes e descompactar o solo, apesar do enterramento de adubos, correctivos e resíduos, serem também por vezes, objectivos importantes da mobilização do solo. Em Portugal, o sistema de mobilização tradicional (MT) assenta na realização de pelo menos uma lavoura por rotação de culturas, sendo a preparação da cama da semente executada com grades de discos e/ou escarificadores. Nos últimos anos, e em muitos países do mundo, tem-se verificado um aumento da utilização da sementeira directa como alternativa extrema da redução da intensidade da mobilização do solo, devido a pressões de ordem económica e com o fim de se reduzirem os custos de produção. Além das razões de ordem económica, na origem da sementeira estiveram também razões de natureza ambiental e de sustentabilidade da produção agrícola, sendo a erosão dos solos o factor mais determinante para que algo fosse feito no sentido de travar esse processo de degradação. Associada à sementeira directa está também um aumento progressivo e sustentado da matéria orgânica do solo, e uma redução das emissões de dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera, as quais são responsáveis pelo efeito de estufa e aquecimento global do planeta. Além disso, o aumento do teor de matéria orgânica provoca uma melhoria da estrutura do solo, com consequência no aumento da capacidade de retenção para a água e na capacidade de troca catiónica. O efeito da sementeira directa na produtividade do girassol de sequeiro foi estudado em dois ensaios de campo nos anos agrícolas de 1992/93 e 1993/94, em vertisolos, cartografados por CARDOSO (1965), como Bvc (Barros castanho-avermelhados calcários). Em ambos os ensaios, além da sementeira directa, estudou-se também o efeito da mobilização tradicional na produtividade da cultura. O ensaio 1 realizou-se em solo nunca antes sujeito a sementeira directa, enquanto o ensaio 2 teve lugar num solo que havia já quatro anos que estava sob esta técnica cultural.en
dc.format.extent28160 bytes
dc.format.mimetypeapplication/msword
dc.identifier.accesstypelivreen
dc.identifier.authoremailjfcb@uevora.pt
dc.identifier.authoremailmjc@uevora.pt
dc.identifier.authoremailgb@uevora.pt
dc.identifier.editorpersonVeloso, Sousa
dc.identifier.editorpersonAlarcão, Alberto
dc.identifier.editorpersonMelo, Alberto
dc.identifier.editorpersonFrazão, Amélia
dc.identifier.editorpersonAvilez, Francisco
dc.identifier.numrev1676en
dc.identifier.pagina28-30en
dc.identifier.principalpublicationtitleVida Ruralen
dc.identifier.revistaVida Ruralen
dc.identifier.scientificarea584en
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10174/2154
dc.language.isoeng
dc.peerreviewednoen
dc.publisherEPN-Empresa de Publicações Nacionais Lda.en
dc.rightsopenAccessen
dc.subjectgirassol; sementeira directa; estádios fenológicos; água utilizadaen
dc.titleA sementeira directa em girassol de sequeiroen
dc.typearticleen

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